| Processo: | 14/00474-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Stelio Pacca Loureiro Luna |
| Beneficiário: | Miguel Gozalo Marcilla |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/08967-0 - Avaliação da dor clínica e experimental em animais, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/01425-6 - Aplicação clínica de diferentes taxas de infusão de detomidina e metadona em cavalos em estação., BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Anestesiologia Analgesia Farmacocinética Metadona Equinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antinocicepção | detomidina | equinos | farmacocinética | Metadona | Anestesiologia |
Resumo A dor compromete diversas funções orgânicas e a sua prevenção e terapêutica é de grande importância em medicina veterinária. O uso de opioides pela via intravenosa (IV) na espécie equina tem limitações, devido aos seus efeitos adversos. A metadona é um opioide agonista sintético dos receptores µ, com propriedades similares à morfina e antagonista dos receptores N-metil-D-aspartato (NMDA). Apesar de reportada a sua farmacocinética em equinos, pode causar hiperestesia e ataxia quando usada isoladamente. Os sedativos alfa-2-agonistas, como a detomidina, produzem analgesia, entretanto acompanhado de considerável depressão cariorrespiratória. A hipótese deste estudo é que a associação de doses baixas de detomidina com doses normais de metadona produziriam analgesia e poucos efeitos adversos. Neste contexto, objetiva-se titular a dose mais baixa de detomidina que pudesse viabilizar o uso clínico da metadona. Para tal submeter-se-á oito equinos adultos a cinco tratamentos IV aleatoriamente: CONTROLE (salina), M (metadona), MDB (metadona associada á dose baixa), MDM (metadona associada á dose media) e MDA (metadona associada á dose alta), com um intervalo mínimo de uma semana entre cada tratamento. Avaliar-se-á a atividade antinociceptiva por meio de voltagem, temperatura e pressão necessária para o reflexo de retirada do membro. Avaliar-se-ão as frequências cardíaca e respiratória, níveis de sedação, motilidade gastrointestinal, pressão arterial não invasiva, farmacocinética e farmacodinámica dos fármacos administrados. Espera-se com o estudo determinar as mínimas doses de alfa-2-agonistas com doses normais de opioides que produza antinocicepção, sem efeitos adversos e sedação pouco presente. Em uma nova fase do projeto, e de acordo com os resultados obtidos, o uso de infusões de diferentes combinações de detomidina e metadona será estudado. | |
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Vetpain BR 51 2022 000831-9 - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) . Stelio Pacca Loureiro Luna - 01 de janeiro de 2022