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Caracterização anatômica dos subtipos 1 e 2 do receptor do hormônio concentrador de melanina (MCHR) no sistema nervoso central de ratos e camundongos MCHR2-GFP-KI

Processo: 14/13489-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Jackson Cioni Bittencourt
Beneficiário:Giovanne Baroni Diniz
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Imuno-histoquímica   Hibridização in situ   Neuroanatomia

Resumo

Introdução: O Hormônio Concentrador de Melanina (MCH) é um importante neuropeptídeo, exercendo uma série de funções na manutenção da homeostasia em mamíferos. O MCH exerce sua função por meio de dois receptores de membrana associados à proteína-G chamados MCHR1 e MCHR2. Enquanto primatas apresentam os dois subtipos desse receptor, ratos, camundongos e hamsters sintetizam apenas o MCHR1, pois o gene que codifica o MCHR2 foi perdido nesses animais. Essa diferença entre humanos e camundongos cria dificuldades na compreensão de como o MCH atua em humanos. O advento de uma linhagem de camundongos MCHR2-KI pode nos auxiliar a entender os mecanismos de ação do MCH. Objetivo: Caracterizar anatomicamente a distribuição dos subtipos 1 e 2 do receptor do hormônio concentrador de melanina (MCHR1 e MCHR2) no sistema nervoso central de camundongos, utilizando para isso animais selvagem, MCHR1-KO e animais humanizados MCHR2-KI, além de identificar diferenças na distribuição do MCHR1 entre espécies, ligadas ao sexo e ao ciclo estral nesses animais. Materiais e Métodos: Os animais serão perfundidos, seus encéfalos removidos, cortados e então submetidos a imuno-histoquímica e hibridização in situ para identificar os locais de síntese dos receptores MCHR1 e MCHR2 e os loci de expressão do seu RNAm. Diferenças entre grupos experimentais serão analizadas por meio de estereologia e densidade óptica integrada. Resultados Preliminares: Utilizando fêmeas de camundongo MCHR2-KI encontramos imunorreatividade ao MCHR2 em uma série de regiões: córtex cerebral, área septal, globo pálido, hipocampo, tálamo e região periventricular. Conclusão: Mais estudos são necessários para testar a especificidade do anticorpo utilizado e confirmar o padrão de imunorreatividade encontrado para o MCHR2. Também devemos caracterizar a distribuição do MCHR1 nesses animais para identificarmos possíveis polimorfismos entre ratos e camundongos, entre machos e fêmeas e em função do ciclo estral.

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