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Influência do comportamento sedentário na função influência do comportamento sedentário na função ventricular diastólica e na capacidade funcional de pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida

Processo: 13/24872-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Meliza Goi Roscani
Beneficiário:Fábio Henrique de Oliveira Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Sedentarismo   Insuficiência cardíaca   Disfunção ventricular esquerda   Função ventricular   Capacidade funcional   Ecocardiografia

Resumo

Proposta: A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa e multifatorial sendo a causa mais prevalente de internações por doenças cardiovasculares. O diagnóstico está associado a prognóstico desfavorável em mais de 40% dos casos. Existe consenso na literatura de que estilo de vida não sedentário melhora a qualidade de vida e capacidade funcional de pacientes com IC com FEVE reduzida ou preservada. Os resultados ainda são controversos quanto aos fatores associados a esses efeitos benéficos. Alguns estudos mostraram efeitos benéficos da atividade física na função diastólica. Tendo em vista a importância da pressão de enchimento do ventrículo esquerdo (VE) na sintomatologia dos pacientes com insuficiência cardíaca e na maior tolerância ao exercício, suspeita-se que o comportamento sedentário influencie negativamente na função diastólica de pacientes com IC e FEVE reduzida. Objetivos: avaliar a influência da história de sedentarismo na função diastólica e na capacidade funcional de pacientes com IC e FEVE reduzida. Metodologia: Estudo prospectivo transversal em 40 pacientes com IC com FEVE inferior a 50%, com terapia clínica optimizada e sem episódios de descompensação nos três últimos meses. Será aplicada escala de sedentarismo (IPAQ) nesses pacientes sendo então divididos em dois grupos: sedentários (S) e não sedentários (NS). A seguir, avaliações clínicas, teste de caminhada de 6 minutos e ecocardiograma serão realizadas para avaliação da capacidade funcional e função diastólica dos pacientes. Análise estatística por meio de teste T de Student será realizada para comparação entre os grupos em relação à função diastólica e capacidade funcional. Resultados esperados: espera-se piora na função diastólica e da capacidade funcional dos pacientes do grupo S.

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