| Processo: | 13/16134-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Luciana Politti Cartarozzi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/08297-8 - Análise in vivo da reatividade glial dependente de MHC Classe I após lesão do sistema nervoso, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Imunomodulação Fármacos neuroprotetores Regeneração nervosa Microglia Neurobiologia Células-tronco mesenquimais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astrogliose | células tronco mesenquimais | Imunomodulação | microglia | Neuroproteção | Regeneração nervosa | Neurobiologia |
Resumo A interação entre os motoneurônios e o microambiente circunjacente desempenha uma função crucial para a sobrevivência, regulação do estado funcional e conectividade sináptica. Após um trauma, mudanças indicativas de disfunção e degeneração se iniciam proximal e distalmente à lesão, porém, a capacidade plástica do Sistema Nervoso faz com que ocorra remodelação estrutural e funcional de seus circuitos. Há evidências, atualmente, de que os neurônios e células gliais expressem grande número de moléculas que, originalmente, eram tidas como específicas do sistema imune e que estas moléculas, como o complexo de histocompatibilidade de classe I (MHC I), sejam mediadores da comunicação entre neurônios e células gliais na normalidade e em situações de injúria. Visando alternativas para influenciar positivamente na capacidade regenerativa do sistema nervoso, as células tronco mesenquimais são tidas, atualmente, como uma opção bastante viável, levando-se em conta a facilidade de obtenção e expansão, por suas propriedades tróficas ao sítio da lesão e também pela secreção de moléculas bioativas atuantes no processo regenerativo. Dentre essas moléculas, produzidas pelas células tronco, estão fatores neurotróficos, como BDNF e citocinas, como IL 4 e IFN ´, que podem modular a resposta imune no sistema nervoso central após lesão. Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivos avaliar a modulação exercida pelas células tronco mesenquimais sobre as células gliais in vitro e também estudar a capacidade regenerativa do sistema nervoso, após axotomia de raízes lombares e administração de células tronco mesenquimais, através de estudos morfológicos e moleculares. (AU) | |
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