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A Fealdade do belo: a "dialética do feio" em Theodor W. Adorno

Processo: 14/09315-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes
Pesquisador responsável:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Beneficiário:Caio Vinicius Russo Nogueira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):História da arte   Estética (arte)   Arte moderna   Teoria crítica   Teoria estética

Resumo

Para se pensar a arte moderna, suas rupturas e continuidades frente à tradição clássica e romântica, torna-se imprescindível a compreensão do Feio e sua liberdade, na dimensão estética e, por conseguinte, histórica, dos grilhões impostos pela estética do Belo. Sendo assim, visamos nessa pesquisa engendrar uma leitura e análise do conceito de Feio na Teoria Estética de Theodor W. Adorno, procurando compreender a forma como esse conceito erige-se em seu discurso, que por sua vez acompanha de perto as modificações poéticas da arte moderna, assim como a revolução estética empreendida pelas Vanguardas Históricas ao colocar em cheque a arte enquanto instituição. Como metodologia, optamos pelos próprios caminhos dados por Adorno em sua Dialética Negativa, que procura romper o conceito pelo conceito, de maneira imanente, sem a necessidade de fechá-lo em uma síntese, mantendo-o poroso, negativo. Destacamos da obra adorniana trechos específicos que nos ajudarão a melhor circunscrever e delimitar textualmente nossa análise (AU)

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