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Adaptações cardíacas e autonômicas ao treinamento físico aeróbico e resistido associado à estimulação colinérgica por brometo de piridostigmina em ratos infartados

Processo: 14/03908-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2014
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Érico Chagas Caperuto
Beneficiário:Daniele Jardim Feriani
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade São Judas Tadeu (USJT). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício   Treinamento aeróbio   Brometo de piridostigmina   Ratos   Infarto do miocárdio   Reabilitação cardíaca   Função cardíaca   Treinamento físico

Resumo

Os benefícios cardiovasculares, metabólicos e autonômicos do Treinamento Físico Aeróbico (TA) têm levado muitos investigadores a sugerirem esta ferramenta como uma conduta não farmacológica importante no tratamento e prevenção do Infarto do Miocárdio (IM). Embora o Treinamento Resistido (TR) venha sendo considerado um coadjuvante nos programas de reabilitação cardiovascular, evidências acerca de seus benefícios ainda são escassas nessa condição. Por outro lado, a administração brometo de piridostigmina (PIR), um fármaco que inibe a ação da acetilcolinesterase, vem demonstrando efeitos positivos na função autonômica de indivíduos saudáveis e em pacientes coronarianos (em resposta ao exercício). No entanto, associações entre estas estratégias, TA, TR e PIR, no tratamento das alterações cardíacas, autonômicas e funcionais provocadas pelo IM têm sido pouco estudadas e merecem atenção. Dessa forma, o objetivo do presente estudo será avaliar os efeitos do TA ou TR, associados ao tratamento com PIR, nas respostas ventriculares, hemodinâmicas e autonômicas ao infarto do miocárdio em ratos. Os animais serão infartados e submetidos a 3 meses de TA e TR, associados ou não ao tratamento com PIR. Ao final dos protocolos, as avaliações ventriculares, hemodinâmicas e autonômicas serão realizadas. Os resultados serão apresentados como média ± erro padrão da média e os testes estatísticos de ANOVA serão devidamente aplicados. P<0,05 serão considerados significativos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
FERIANI, DANIELE J.; COELHO-JUNIOR, HELIO J.; DE OLIVEIRA, JULIANA C. M. F.; DELBIN, MARIA A.; MOSTARDA, CRISTIANO T.; DOURADO, PAULO M. M.; CAPERUTO, ERICO C.; IRIGOYEN, MARIA C. C.; RODRIGUES, BRUNO. Pyridostigmine Improves the Effects of Resistance Exercise Training after Myocardial Infarction in Rats. FRONTIERS IN PHYSIOLOGY, v. 9, FEB 12 2018. Citações Web of Science: 5.

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