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Avaliação da diferenciação osteogênica de células progenitoras mesenquimais ao MTA

Processo: 14/13750-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 14 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:João Eduardo Gomes Filho
Beneficiário:Índia Olinta de Azevedo Queiroz
Supervisor no Exterior: Ivo Kalajzic
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Connecticut (UCONN), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:13/06641-8 - Avaliação comparativa da resposta tecidual de ratos diabéticos ao MTA cinza e MTA branco, BP.DR
Assunto(s):Células-tronco mesenquimais

Resumo

O objetivo deste estudo será avaliar in vitro e in vivo a influência do MTA na diferenciação osteogênica de células mesenquimais progenitoras do estroma da medula óssea (BMSC) e de células progenitoras periodontais (PDSCs). Para o desenvolvimento desse estudo, além da avaliação padrão para a diferenciação osteogênica, iremos utilizar modelos transgênicos específicos que avaliam o estágio da linhagem osteoprogenitora. A proteína fluorescente ±-SMARFP será utilizada como marcador de células progenitoras, enquanto o colágeno tipo I (Col2.3GFP) irá identificar osteoblastos maduros / osteócitos. Este estudo será realizado em duas fases: in vivo e in vitro. Para o ensaio in vitro, BMSC e PDSC derivadas de ratos ±-SMARFP/Col2.3GFP serão isoladas, cultivadas e os efeitos do MTA (Agregado Trióxido Mineral) sobre a diferenciação osteogênica serão investigados por 2 semanas. A expressão de ±-SMARFP (marcador de células progenitoras) e Col2.3GFP (marcador de osteoblastos maduros) será utilizada para avaliar a diferenciação osteogênica. Além disso, coloração de von Kossa, de fosfatase alcalina (ALP), de vermelho de alizarina, a expressão do gene de osteocalcina, sialoproteína óssea, osterix, RUNX-2 e colágeno tipo I serão avaliados. No ensaio in vivo será realizada implantes intra-ósseos dos materiais: MTA e Óxido de Zinco e Eugenol (usado como controle do material) em tíbia de dezoito ratos ±-SMARFP/Col2.3GFP. Após 21 dias, os ratos serão sacrificados e a análise para a expressão GFP será realizada por epifluorescência, (±-SMA; Col2.3GFP) e RT-PCR para osteocalcina, sialoproteína óssea, osterix, RUNX-2, colágeno tipo I será realizada. Extensão da formação vascular será avaliada por imunoistoquímica para CD31. Os resultados irão fornecer uma informação crítica sobre os efeitos do MTA na diferenciação osteogênica de células progenitoras mesenquimais. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
VIDOVIC ZDRILIC, I.; DE AZEVEDO QUEIROZ, I. O.; MATTHEWS, B. G.; GOMES-FILHO, J. E.; MINA, M.; KALAJZIC, I. Mineral trioxide aggregate improves healing response of periodontal tissue to injury in mice. JOURNAL OF PERIODONTAL RESEARCH, v. 52, n. 6, p. 1058-1067, DEC 2017. Citações Web of Science: 3.

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