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Entre vanguardas: outro lado de uma mesma geração modernista

Processo: 14/15708-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia
Acordo de Cooperação: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Guilherme Simões Gomes Júnior
Beneficiário:Ana Maria Barbosa de Faria Marcondes
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Sociais. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Modernismo   Arte moderna
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Família artística paulista | Modernismo | Paulo Rossi Ozir | 1a Exposição Geral de Belas Artes | Sociologia da Arte e da Cultura

Resumo

O estudo tem como objeto de análise a 1ª Exposição Geral de Belas Artes no efervescente ano de 1922. Investigar a linha de continuidade deste evento com a Família Artística Paulista, que entrou em cena na segunda metade da década de 1930, articulando-se ao bonde modernista, é o desafio revisionista aqui proposto. Trata-se de demonstrar que 1922 foi um ano múltiplo no âmbito das artes plásticas e que seu acontecimento mais expressivo - a famosa Semana de fevereiro de 1922 - obscureceu para a posteridade a 1ª Exposição Geral de Belas Artes, que ocorreu em setembro. Pouco se disse sobre esse evento, além de que teria sido uma "inexpressiva mostra de pintores pobres", sem importância e abandonada no passado. A hipótese maior da pesquisa é que a estética da Família Artística Paulista já estava em esboço em 1922 e ganhou consistência quando Paulo Claudio Rossi Osir, inspirado na Família Artística de Milão, deu ao grupo um novo alento, sustentado então pelo acolhimento de Mário de Andrade, Sergio Milliet e Paulo Mendes de Almeida. Hipótese que supõe que, entre 1922 e 1937 (ano da primeira exposição da Família Artística), havia em São Paulo uma rotina artística que, na historiografia do modernismo, permaneceu relativamente escondida. A visualidade artística da 1ª Exposição Geral e das exposições da Família Artística sugere a investigação de trajetórias e dinâmicas de grupos de artistas, cuja produção aconteceu em paralelo à das vanguardas modernistas. Como grupo, seja em razão da origem de muitos deles ou em razão de características técnicas e estéticas, esses artistas podem ser considerados uma província da arte italiana aclimatada em São Paulo entre 1920 e 1930. (AU)

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