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CONSUMO HÍDRICO DA PALMA DE ÓLEO (Elaeis guineensis Jacq.) FERTIRRIGADA COM VINHAÇA NA FASE DE FORMAÇÃO

Processo: 14/10026-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo
Pesquisador responsável:Marcos Vinícius Folegatti
Beneficiário:Jefferson Vieira José
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Evapotranspiração   Vinhaça   Fertirrigação

Resumo

A cultura da palma de óleo (Elaeis guineensis Jacq.) se destaca por sua elevada produtividade de óleo, sendo o mais consumido no mundo, a frente do óleo de soja. O óleo da palma tornou-se o produto industrial-oleaginoso de maior potencial mercadológico quando comparado com a produção obtida pelas demais culturas oleaginosas. Diante desse cenário, e do potencial de crescimento econômico dessa cultura, a mesma tem sido adotada para o melhor aproveitamento das terras agricultáveis e degradadas. Entretanto, em face à distribuição irregular de precipitações em algumas regiões brasileiras torna-se necessário o uso da técnica de irrigação, visando eliminar a ocorrência de deficiência hídrica e consequente redução na produção. Estudos quanto à demanda hídrica da palma de óleo ainda são limitados, sendo indispensável à realização de pesquisas que forneçam esse parâmetro fundamental para o manejo adequado da irrigação. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o balanço hídrico de palma de óleo na fase inicial do seu desenvolvimento, em sistema de fertirrigação com vinhaça, via gotejamento. Adicionalmente será contemplado a indicação de uma dose de aplicação de vinhaça que proporcione um desenvolvimento satisfatório da cultura aliado a otimização do uso de insumos e integridade ambiental. O experimento será instalado na área experimental da Fazenda Areão da ESALQ/USP, na cidade de Piracicaba-SP. A evapotranspiração da cultura (ET) e a evaporação (E) serão determinadas utilizando lisímetros de pesagem. O coeficiente de cultivo simples será determinado nos tratamentos sem aplicação de vinhaça por meio da relação entre a evapotranspiração da cultura com a evapotranspiração de referência (ETo), sendo esta última estimada diariamente pelo método Penman-Monteith a partir de dados coletados na estação meteorológica automática instalada na área experimental. Os coeficientes de evaporação e de cultivo basal serão obtidos por meio da relação entre E e T, respectivamente, com ETo estimada pelo método ASCE Penman-Monteith na escala horária.

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