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Avaliação do papel modulador da ouabaína no eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal em ratos submetidos ao estresse crônico imprevisível

Processo: 14/10171-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2014
Vigência (Término): 27 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Cristoforo Scavone
Beneficiário:Jacqueline Alves Leite
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/21343-1 - Estudo do efeito do LPS no modelo das mutações das isoformas ±2- ou ±3 Na+/K+ -ATPase em camundongos, BE.EP.DR
Assunto(s):Neurofarmacologia   Glucocorticoides   Hipotálamo   Ouabaína

Resumo

A ouabaína (OUA) é um glicosídeo cardiotônico conhecido por inibir a proteína Na+/K+-ATPase. Este digitálico pode ser encontrado no plasma humano e sua síntese modificada de acordo com o estado fisiológico do organismo. Além disso, tem sido demonstrada a participação da OUA na resposta do organismo ao estresse agudo, onde o exercício físico é capaz de aumentar seus níveis em ratos, cachorros e seres humanos minutos após o início da atividade física. Durante um estímulo estressor ocorre a ativação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA), onde o CRH ativa o eixo HPA estimulando a liberação de ACTH pela hipófase. O ACTH, em seguida, age em receptores no córtex da glândula adrenal para estimular a síntese e liberação de glicocorticóides, que por retroalimentação negativo inibi a produção de CRH a partir do hipotálamo. As mudanças em curto prazo que ocorrem no eixo HPA, preparam o organismo para enfrentar diferentes estímulos ambientais. No entanto, sua ativação crônica afeta a saúde, tornando o indivíduo mais suscetível a infecções, tumores, hipertensão, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, auto-imunidade e psicopatologias. Estudos mostram que a OUA interfere no transporte do CRH para a circulação sistêmia e que esse digitálico é liberado em momentos diferentes da corticosterona durante o estresse agudo, indicando assim, um possível papel rugulador para a OUA durante sintuações de estresse. Apesar destes resultados relacionando a participação da OUA durante o estresse agudo, não existe dados na literatura sobre sua participação no estresse crônico. Diante disso, este trabalho busca investigar o efeito molecular do tratamento crônico com ouabaína no eixo HPA de ratos expostos ao estresse crônico imprevisível. A compreensão dos mecanismos envolvidos na modulação do estresse crônico na presença de OUA irá revelar dados inéditos que permitirão esclarecer o papel regulador da OUA na resposta ao estresse, que tem sido associado a diversas doenças na sociedade moderna. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
LEITE, J. A.; ISAKSEN, T. J.; HEUCK, A.; SCAVONE, C.; LYKKE-HARTMANN, K. The alpha(2) Na+/K+-ATPase isoform mediates LPS-induced neuroinflammation. SCIENTIFIC REPORTS, v. 10, n. 1 AUG 25 2020. Citações Web of Science: 0.

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