| Processo: | 13/21540-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 26 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Raquel Agnelli Mesquita Ferrari |
| Beneficiário: | Agnelo Neves Alves |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Sistema musculoesquelético Regeneração muscular Plasticidade muscular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cadeia pesada de miosina | Estresse oxidativo | laser de baixa potencia | Músculo esquelético | regeneração | Ultrassom pulsado de baixa intensidade | Plasticidade Muscular |
Resumo As lesões musculares representam um dos principais quadros clínicos encontrados no centro de reabilitação. Entre os principais recursos terapêuticos utilizados nas clinicas de fisioterapia para o tratamento de lesões muscular são o laser de baixa potência (LBP) e o ultrassom pulsado de baixa intensidade (USPBI). Ambos os recursos têm apresentado bons resultados no que diz respeito à modulação do processo de reparo muscular, porém ainda não há descrição na literatura de como poderia influenciar a determinação do fenótipo das fibras neoformadas quanto ao tipo de cadeia pesada de miosina (CPM) expressa e pouco se sabe sobre seus efeitos no estresse oxidativo. Além disso, existe a necessidade de determinar os mecanismos moleculares envolvidos, assim como, a metodologia e os parâmetros dosimétricos adequados. O objetivo da presente proposta será avaliar os efeitos da irradiação LBP e USPBI sobre a expressão das isoformas de CPM, a expressão e síntese de proteínas envolvidas no reparo muscular (miostatina e calcineurina) e o estresse oxidativo durante o processo de reparo do músculo esquelético de ratos. Serão utilizados ratos Wistar, divididos em 04 grupos: (1) Controle; (2) Criolesionados sem tratamento; (3) Criolesionados e tratados com LBP e (4) Criolesionados e tratados com USPBI. Os períodos de análise serão 3, 6, 12 e 24 horas para análise de estresse oxidativo e 3, 7 e 14 dias para análises de CPMs e calcineurina e miostatina. A criolesão consistirá de duas aplicações de bastão resfriado em nitrogênio líquido diretamente no músculo tibial anterior (TA). Para o tratamento com LBP será utilizado o equipamento da MMoptics AsGaAl (comprimento de onda de 780 nm) utilizando densidade de energia de 10 J/cm², potência de 40 mW e tempo de 10 segundos. Já o tratamento com US terapêutico será utilizando o equipamento Sonomaster® utilizando a frequência de 1 MHz, intensidade de 0,4 W/cm², modo pulsado a 1:4 ciclos, aplicação estacionária durante 3 minutos. Para a análise de expressão gênica será extraído o RNA total do músculo TA e será obtido o cDNA para a realização do PCR em tempo real utilizando primers específicos para cada gene citado e a análise proteica será realizada utilizando a técnica imunoenzimática de ELISA e Western Blotting, o estresse oxidativo será avaliado pela lipoperoxidação (LPO) e pelo dano a proteínas, e pela análise das enzimas antioxidantes: catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD) e glutationa peroxidase (GPx). (AU) | |
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