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A influência da heme oxigenase-1 através da via do mTOR na ativação de macrófagos

Processo: 14/17545-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Mariane Tami Amano
Beneficiário:Marcela Teatin Latancia
Supervisor no Exterior: Leo Edmond Otterbein
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Harvard University, Boston, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:13/09563-8 - O estudo da modulação dos complexos de mTOR pela ativação de receptores Toll-like em células dendríticas e os efeitos destes eventos na sepse, BP.IC
Assunto(s):Heme oxigenase-1   Macrófagos   Serina-treonina quinases TOR

Resumo

Macrófagos são células apresentadoras de antígeno e são essenciais na ativação da resposta imune inata e posterior ativação da resposta imune adaptativa. Eles expressão receptores tipo Toll-like em sua superfície e está família de receptores reconhecem padrões moleculares de patógenos, ativando os macrófagos. Essas células, quando ativadas, aumentam a expressão de genes relacionados ao estresse, como a heme-oxigenase (HO-1). A HO-1 é reconhecida por ser um gene protetor, sua indução leva a uma importante capacidade de sobrevivência celular. Essa enzima, quando catabolizada, gera moléculas como o monóxido de carbono (CO) e a biliverdina (BV). Essas moléculas protegem a célula e tem importante papel modulando a resposta imune de doenças como a sepse, que geram uma super resposta imunológica. Os efeitos da HO-1, CO e BV nos macrófagos ainda são desconhecidos. Novos estudos sugerem que a via da PI3k/mTOR são importantes. A via do mTOR está presente em macrófagos e outras células, influenciando o metabolismo, crescimento celular e, também, a resposta imune. Nosso objetivo é desvendar como a HO-1 e seus produtos podem modular os complexos da via do mTOR e influenciar o destino de macrófagos. Para isso, iremos cultivar macrófagos e estimulá-los com LPS ou bactérias e verificar se os complexos da via são ativados. Então, através da tecnológica Cre-lox, iremos derivar a medula óssea de macrófagos de animais sem HO-1 ou BVR nesse tipo celular. Nos testaremos se mTORC1 e mTORC2 são diferentemente ativados na presença ou ausência de HO-1. Portanto, pretendemos descobrir os mecanismos pelos quais os complexos do mTOR são ativados pela HO-1 e de um ou mais dos seus produtos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: