| Processo: | 14/11909-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Otavio Augusto Vuolo Marques |
| Beneficiário: | Lucas Henrique Carvalho Siqueira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Serpentes História natural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bothrops jararca | História Natural | Serpentes | História Natural |
Resumo A perda do hábitat pode exercer grande impacto ecológico em populações animais. Uma das causas mais comuns para a diminuição do habitat e para a alteração do ambiente é a crescente urbanização. A pressão antrópica também pode exercer grande influência na dinâmica de uma população. O município de São Paulo se encaixa nesse quadro, pois é o maior do país e possui inúmeros fragmentos de mata em seu interior. A jararaca (Bothrops jararaca) é uma das espécies mais comuns no município e pode ser encontrada por todo o seu território. O objetivo do presente trabalho é comparar caracteres ecológicos de duas populações de B. jararaca avaliando o efeito da fragmentação de habitat causado por crescimento urbano. As populações serão comparadas em relação à abundância e tamanho dos indivíduos. Serão avaliados a disponibilidade de alimento e a pressão de predadores nos locais em que cada população se encontra. O estudo ocorrerá em dois parques do Município de São Paulo, um composto por área contínua de floresta e um fragmento de mata isolado, cercado pela cidade. Para a coleta de dados das serpentes serão adotados métodos de busca ativa (Procura Limitada por Tempo), armadilhas (Pitfall e Sherman) e também abrigos artificiais; espécimes doados ao Instituto Butantan, provenientes dos locais do estudo também serão utilizados. As armadilhas fornecerão informações sobre a disponibilidade de presas. A predação será avaliada com auxílio de modelos de massa de modelar. O trabalho de campo terá duração de 12 meses, com visita mensal de quatro dias a cada parque. (AU) | |
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