| Processo: | 14/09219-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | João Luís Ferreira Batista |
| Beneficiário: | Rafaela Pereira Naves |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/26892-0 - O uso da distribuição da abundância de espécies para avaliar alterações na diversidade das florestas tropicais, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Biodiversidade Manejo florestal Amazônia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diversidade | Exploração convencional | Exploração de Impacto Reduzido | modelagem de dados ecológicos | Ecologia quantitativa |
Resumo O presente trabalho traz uma nova abordagem para análise dos impactos do manejo florestal na Amazônia sobre a diversidade da comunidade, com uso da distribuição da abundância de espécies. A maioria dos estudos que avaliam a exploração de impacto reduzido (EIR) e exploração convencional (EC) sobre a diversidade das comunidades arbóreas utilizam índices de diversidade e composição florística. Essas comparações apresentam restrições quando o objetivo é comparar os dois tipos de exploração ou ver a evolução da comunidade ao longo do tempo. Uma das poucas leis gerais da ecologia é a dominância numérica. Por ser um padrão com poucas exceções, torna-se importante na análise de qualquer outro parâmetro da comunidade. O local de estudo é uma Floresta Ombrófila Densa no município de Paragominas, Pará. Essa floresta foi submetida a três tratamentos em 1993: EIR, EC e tratamento controle (sem manejo). Desde então foram feitas 9 medições (parcelas permanentes) da comunidade arbórea ao longo de 16 anos. Serão criados modelos para distribuição da abundância de espécies para cada tratamento em cada ano. Após ajuste e seleção do modelo, os parâmetros de cada comunidade (a comunidade será considerada a medição em um dado ano para um dado tratamento) serão generalizados em modelos, onde as variáveis preditoras estarão relacionadas às mudanças ambientais causadas pela exploração. Com isso será possível descrever as mudanças na diversidade com funções que mostram a respostas dos parâmetros da distribuição da abundância de espécies a um conjunto de variáveis preditoras. (AU) | |
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