| Processo: | 14/18519-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Ribeiro Rodrigues |
| Beneficiário: | Juliana Lopes Vendrami |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/50718-5 - Restauração ecológica de florestas ciliares, de florestas nativas de produção econômica e de fragmentos florestais degradados (em APP e RL), com base na ecologia de restauração de ecossistemas de referência, visando testar cientificamente os preceitos do Novo Código Florestal Brasileiro, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Bases de dados Ecossistemas Dinâmica florestal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | auditoria de dados | Base de Dados | dinâmica florestal | Parcelas Permanentes | Ecossistema |
Resumo A localização de cada parcela permanente está amarrada à localização de um marco topográfico, a fim de relacionar as coordenadas a um Datum e a um sistema de referência conhecido, portanto com localização geográfica precisa. As coordenadas geográficas extremas de cada subparcela bem como as dos marcos (marco local e geográfico) são armazenadas no banco de dados a fim de orientar uma ferramenta que irá criar coordenadas locais (com base no vértice de referência das subparcelas) para cada subparcela. Com isto cria-se a possibilidade de conversão de medidas de posição que utilizam como referência as coordenadas geográficas (imagens de satélite, modelos de elevação, mapas, posições determinadas com GPS) para um plano de referência local. O plano local pode facilmente ser determinado medindo-se com uma trena, a distância nos eixos X e Y a partir do marco de referência das subparcelas, determinando-se o ponto de intersecção das diagonais. A conversão para coordenadas geográficas de objetos identificados a partir do plano local pode também ser realizada pelo processo inverso, medindo-se a posição em relação aos eixos de referência local convertidos, através da ferramenta de conversão, para coordenadas geográficas.Com esta ferramenta operando no Banco de Dados, associada a um relatório com um croqui de cada subparcela com as coordenadas nos planos locais e geográficos, é possível localizar qualquer objeto e converter as posições entre um e outro sistema. Esta ferramenta permitirá a geração de mapas com as árvores mapeadas em cada parcela, gerando relatórios impressos com croqui de uma das subparcelas, mostrando o número de identificação dos indivíduos e sua localização em relação ao plano de referência local. Estes relatórios serão gerados periodicamente pelo Bolsista TT4-A e entregues aos Bolsistas TT3 para a localização das árvores e remedição em campo. Também será possível a inclusão dos recrutas mapeados a cada remedição.Em cada parcela permanente vinculam-se as placas fixadas nos indivíduos às subparcelas com as coordenadas locais e geográficas.O registro da localização das árvores nas subparcelas é feito através do plano de referência local diretamente no relatório impresso do Banco de Dados para cada subparcela. Com isto, além da coleta dos dados no campo, verificam-se erros de inclusão e omissão de indivíduos no plano físico, como árvores com duas ou mais placas ou sem placa. Nos registros do banco de dados são verificados: placas que não foram digitadas, erros de digitação ou inclusão indevida de códigos. Na fase de digitação, há rotinas para validar e verificar os dados, pela definição de valores máximos e mínimos para as variáveis numéricas e a pré-definição dos descritores das variáveis categóricas de posição relativa. Essas rotinas serão desenvolvidas pelo Bolsista TT4-A e serão usadas nos computadores de mão distribuídos aos Bolsistas TT3 para uso em campo. Após a digitação dos dados em campo, o Bolsista TT4 fará a transferência dos dados dos computadores de mão para o servidor do projeto e, em seguida, importará estes dados para o Banco de Dados. Medidas ou registros inconsistentes serão detectados e corrigidos. Não se esperam mais erros de localização e plaqueamento, pela conferência nas etapas anteriores, mas, mesmo assim, será feita uma nova verificação e, caso necessário, gerado relatório para conferência em campo. Com relação aos recrutas (indivíduos não registrados na medição anterior), as espécies identificadas receberão um nome provisório, na forma de variável texto, que registra o nome definitivo (gênero e o epíteto específico) ou provisório (morfoespécie) de cada indivíduo amostrado. Os registros definitivos e provisórios são analisados por taxonomistas, confirmados ou modificados, corrigidos e revisados quanto à grafia, e acrescidos de família e autor da espécie. | |
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