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Estágio de pesquisa em acervos portugueses para o estudo da fábrica de ferro de Nova Oeiras (Angola, segunda metade do Século XVIII)

Processo: 14/19445-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 13 de fevereiro de 2015
Vigência (Término): 12 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História
Pesquisador responsável:Silvia Hunold Lara
Beneficiário:Crislayne Gloss Marão Alfagali
Supervisor no Exterior: Luís Frederico Dias Antunes
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), Portugal  
Vinculado à bolsa:13/12458-1 - Projetos coloniais, experiências africanas: a povoação de Nova Oeiras e sua fábrica de ferro. Angola, segunda metade do século XVIII., BP.DR
Assunto(s):Angola   Artesãos   Naturalistas

Resumo

O presente projeto de Estágio de Pesquisa no Exterior objetiva viabilizar a consulta ao acervo de arquivos e bibliotecas portugueses necessária para o doutorado em desenvolvimento no Programa de Pós-Graduação em História Social da África na Universidade Estadual de Campinas, sob orientação da professora Silvia Lara. A solicitante usufrui de uma Bolsa de Doutorado financiada pela Fapesp, cujo projeto intitulado Planos coloniais, experiências africanas: a Povoação de Nova Oeiras e sua fábrica de ferro (Angola, segunda metade do século XVIII) já previa a solicitação de uma bolsa BEPE para realizar pesquisas fundamentais para a elaboração da tese de doutorado.Isso porque só por meio de um estágio de pesquisa em Portugal teremos acesso a obras específicas sobre nossa temática, e, principalmente, poderemos consultar grande parte de nossas fontes, disponíveis apenas nos arquivos portugueses. Apesar de o programa de trabalho incluir pesquisas em diversos acervos, pretendemos que nossa pesquisa seja acolhida pelo Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), situado em Lisboa, instituição onde trabalha o Professor Doutor Luis Frederico Dias Antunes, renomado pesquisador em História da África, que aceitou ser nosso o supervisor científico durante a estadia em Portugal. (AU)