| Processo: | 14/10754-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Carmen Sílvia Fávaro Trindade |
| Beneficiário: | Marluci Palazzolli da Silva Padilha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/15300-5 - Produção de microcápsulas probióticas usando termogel-prilling seguido por leito fluidizado, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Alimentos funcionais Chocolate Probióticos Microencapsulação Lactobacillus acidophilus Bifidobacterium |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | chocolate | Microencapsulação | probiótico | Alimentos Funcionais |
Resumo Os alimentos probióticos são benéficos ao trato gastrointestinal equilibrando a microbiota, e a demanda por esse tipo de produto só vem aumentando, já que a população está mais esclarecida sobre a importância de acrescentá-los em suas refeições. Existem diversos alimentos probióticos, principalmente de origem láctea, por se tratar de uma matriz alimentícia de fácil incorporação desses micro-organismos, mas ainda é um desafio para a indústria o desenvolvimento de outros tipos de produtos. O chocolate probiótico já é comercializado no mercado internacional, entretanto existem poucos estudos a respeito da viabilidade destes micro-organismos nessa matriz alimentícia, bem como seu efeito na resistência desses micro-organismos aos fluidos gástricos e durante a estocagem. A proposta desse projeto é microencapsular Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium animalis subsp. lactis pelo método de spray chilling e incorporá-los ao chocolate meio amargo, comparando com o chocolate obtido com a adição dos mesmos micro-organismos na forma livre. A microcápsula será obtida pelo método de spray chilling utilizando gordura como encapsulante. Depois da incorporação das microcápsulas e dos micro-organismos na forma livre aos chocolates serão determinados os parâmetros reológicos e grau de temperagem, assim como a dureza, pH, cor e atividade de água do produto obtido e durante o shelf-life. Será determinada a resistência dos micro-organismos presentes no chocolate à passagem pelos fluídos gastrointestinais simulados, bem como suas viabilidades durante a estocagem do chocolate. Para finalizar será realizada a avaliação sensorial dos produtos. Almeja-se desenvolver um produto funcional diferenciado, onde os probióticos resistam ao sistema gástrico e a estocagem. A elaboração das microcápsulas e a caracterização dos chocolates serão realizadas na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP e os chocolates serão elaborados nas instalações do Cereal Chocotec do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). (AU) | |
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