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Efeito do resveratrol no metabolismo hepático de glicose no Diabetes

Processo: 14/02219-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Ubiratan Fabres Machado
Beneficiário:Erika Pinheiro Machado
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/04831-1 - Novos moduladores do controle glicêmico e do desenvolvimento de complicações crônicas no Diabetes mellitus: perspectivas preventivas e terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Fisiologia endócrina   Diabetes mellitus   Fígado   Mecanismos moleculares   Resveratrol   Sirtuínas   RNA mensageiro   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Modelos animais de doenças

Resumo

Sirtuínas fazem parte de uma classe de enzimas que agem em diferentes compartimentos celulares desacetilando histonas, mantendo o DNA condensado e ativando reguladores transcricionais no núcleo. Dentre os ativadores já conhecidos desta enzima, figura entre os mais eficientes o resveratrol, um polifenol capaz de aumentar a sua taxa de atividade. Efeitos benéficos do resveratrol têm sido observados, e é de grande importância elucidar o mecanismo molecular que envolve essa substância, principalmente no fígado, órgão importante no controle da glicemia por possuir fatores de transcrição intimamente relacionados a diversas vias metabólicas e ser alvo de complicações comuns, como a esteatose hepática, em diabetes não controlado. O presente estudo pretende investigar em ratos diabéticos o efeito do tratamento com resveratrol sobre parâmetros relacionados ao metabolismo hepático de glicogênio. Para isto será investigado em ratos diabéticos (tratamento com aloxana), tratados ou não com resveratrol, o conteúdo hepático de glicogênio (extração por etanol), a expressão do mRNA de G6pase, Pepck, Slc2a2 e HNF-1± (PCR em tempo real), a abundância das proteínas SIRT1 e GLUT2 e a porcentagem de ligação do fator transcricional HNF-1± ao gene Slc2a2. Espera-se demonstrar que a ativação da SIRT1 melhora o metabolismo hepático de glicose no diabetes.