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Estudo imunoistoquímico das proteínas MERTK, Axl e TYRO3 em melanomas primários de mucosa da cabeça e pescoço

Processo: 14/17189-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 05 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 29 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Silvia Vanessa Lourenço
Beneficiário:Ricardo Hsieh
Supervisor no Exterior: Manju L. Prasad
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Yale University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:12/25431-1 - Melanomas de áreas fotoprotegidas: estudo imunoistoquímico e molecular das vias de transcrição c-kit e MITF, BP.PD
Assunto(s):Melanoma   Patologia

Resumo

Melanomas primários de cabeça e pescoço são responsáveis por 0,7% -3,8% de todos os melanomas e envolvem a cavidade nasossinusal, cavidade oral, faringe, laringe e esôfago superior. Melanomas primários da mucosa Cabeça e Pescoço são normalmente associados com resultados clínicos ruins, com taxa de sobrevida livre de doença em 5 anos que variam de 0% a 20% e controle local e a distância ruins. Os melanócitos migram para mucosa derivada da endoderme e menos freqüentemente na mucosa derivada ectodermicamente. A função de tais melanócitos é desconhecida, mas há evidências da sua função antimicrobiana e imunológica, tal como a apresentação de antígeno e produção de citocinas. A etiopatogenia dos melanomas mucosos é desconhecida, mas acredita-se desenvolver com mais freqüência em áreas com melanose preexistente. Um recente consenso afirma que alterações genéticas em cascatas de sinalização intracelular constituem o mecanismo patogênico de melanoma.A transformação maligna de melanócitos ocorre através do acúmulo sequencial de alterações genéticas e moleculares. Embora os mecanismos patogênicos de desenvolvimento de melanoma permanecem obscuros, certos genes e vias metabólicas sofrem alterações. Várias vias estão envolvidas na alteração clonal primária, incluindo a indução de proliferação celular (via proliferativa), evasão de senescência celular (via de senescência), e redução da apoptose (via apoptótica). O entendimento progressivo destes mecanismos moleculares básicos gerais pode levar a um futuro de terapias mais específicas e bem sucedidas para Melanoma Malignos. No entanto, permanece o desafio na identificação do membro da via ideal do alvo terapêutico para benefícios ao máximo.Há evidências substanciais que o receptor da tirosina-quinase (RTK) hiperativo de sinalização medeia o desenvolvimento e progressão de melanoma, com base na função de destaque das RTK na transmissão de sinais extracelulares para efetores intracelulares e o significado homotípico e heterotípico das interações célula-célula em cânceres. Em 2011, um estudo mostrou que RTKs incluindo MET, RON, HER3, AXL e IGF1R estão ativos no melanoma, mas alguns RTKs foram estudados e associados à biologia melanoma.A família TAM das RTK (incluindo MERTK, AXL e TYRO3) atua funcionalmente na sinalização cooperativa ou distinta, dependendo do modelo de sistema; há evidencias que TAM desempenhar um papel importante na patogênese do câncer.A heterogeneidade do Melanoma de mucosa pode resultar da expressão diferencial de moléculas, tais como os RTKs, porque eles são frequentemente ectopicamente expressos, super-expressos ou hiperativados em células tumorais e que são alvos muito atrativos para terapia do câncer. Assim, propomos um estudo de cooperação internacional entre a Universidade de Yale e da Universidade de São Paulo para investigar a expressão das proteínas da família TAM dos receptores de tirosina quinase, incluindo MERTK, AXL e TYRO3 em 53 casos de melanomas primários de mucosas da cabeça e pescoço por imunoistoquímica . (AU)