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Identificação de epitopos do antígeno M recombinante para o desenvolvimento de vacina contra a histoplasmose em modelo experimental murino

Processo: 14/17293-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Carlos Pelleschi Taborda
Beneficiário:Cleison Ledesma Taira
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Histoplasmose   Histoplasma   Antígenos de fungos   Desenvolvimento de vacinas

Resumo

Histoplasma capsulatum é um fungo termodimórfico, encontrado de forma ubíqua na natureza. As regiões endêmicas incluem os vales do rio Ohio e Mississipi (EUA), a América Central e a América do Sul; no Brasil casos da doença e microepidemias vêm sendo mais descritos nas regiões sul e sudeste. A histoplasmose geralmente é uma infecção benigna e autolimitada em pacientes imunocompetentes, entretanto em imunodeprimidos, a infecção representa doença de alta gravidade e com sério risco de disseminação. Os principais antígenos para diagnóstico de H. capsulatum são os antígenos H e M, os quais provocam tanto resposta humoral e resposta mediada por células T. O antígeno M é uma glicoproteína, que vem sendo caracterizada como uma catalase e está presente na parede celular da fase de micélio do H. capsulatum, podendo-se sugerir que esta proteína provavelmente está envolvida no mecanismo de fuga do estresse oxidativo, permitindo a conversão do fungo da forma de micélio (forma infectante) para a de levedura (forma parasita). Este antígeno induz o aparecimento das primeiras precipitinas na histoplasmose aguda que também estarão presentes em todas as fases da doença. Levando em consideração que a caracterização do antígeno M como candidato a vacina ainda não foi realizada, sua importância como marcador da doença e seu potencial em gerar resposta imune, acreditamos que a identificação de epítopos específicos para linfócitos possam gerar novas ferramentas para utilização no tratamento e prevenção da histoplasmose. (AU)

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