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Taxonomia, sistemática e diversidade de malófagos (Insecta, Phthiraptera, Amblycera e Ischnocera) em aves (Aves) no Brasil

Processo: 14/22625-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Michel Paiva Valim
Beneficiário:Rafael Costa Santos Nascimento
Instituição-sede: Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/11420-5 - Taxonomia, sistemática e diversidade de malófagos (Insecta, Phthiraptera, Amblycera e Ischnocera) em aves (Aves) no Brasil, AP.JP
Assunto(s):Entomologia veterinária   Parasitos   Phthiraptera   Aves   Brasil   Sistemática

Resumo

Phthiraptera é uma ordem de insetos ectoparasitos obrigatórios de aves e mamíferos e está dividida em quatro subordens: Anoplura, Rhynchophthirina, Amblycera e Ischnocera. Nestas duas últimas estão incluídos os malófagos, com quatro famílias encontradas exclusivamente sobre as aves. Exceto pelos Rhynchophthirina, os fitirápteros apresentam ampla distribuição mundial e existem atualmente 211 gêneros e cerca de 3900 espécies descritas exclusivamente sobre as aves. Apesar de o Brasil ser o terceiro país no mundo em diversidades de aves (ca. 1800 espécies), esses ectoparasitos têm sido pouco estudados e estima-se que apenas 35% das espécies de aves que ocorrem no país tenham sido investigadas para presença desses insetos. Devido a essa lacuna no conhecimento zoológico o presente projeto visa reativar uma linha de pesquisa que sempre foi pouco, porém bem representada por brasileiros; enfocando principalmente os aspectos taxonômicos e sistemáticos dos Phthiraptera ocorrentes em aves no país. A presente proposta destina-se ao trabalho na coleção de ectoparasitos do Museu de Zoologia-USP, que é a maior para malófagos de aves da América do Sul e objetiva de maneira geral: (1) curadoria dos espécimes depositados; (2) catalogação e digitalização dos dados de espécimes depositados; (3) documentação fotográfica das espécies depositadas na coleção; (4) triagem, identificação, redescrição e descrição dos possíveis novos táxons presentes na coleção ainda não trabalhados; (5) concentrar esforços para revisão das espécies brasileiras de gêneros "megadiversos" de malófagos com a sistemática ainda não bem resolvida; (6) análise filogenética e filogeográfica das espécies brasileiras de gêneros como Brueelia, Tyranniphilopterus e Myrsidea por meio de dados morfológicos e moleculares; (7) coletas de campo e incorporação de novos espécimes à coleção em condições para estudos morfológicos e moleculares; (8) criação de uma coleção de DNA e de espécimes para extração de DNA de malófagos da América do Sul.