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Políticas públicas e feminismos: estratégias para a construção da autonomia feminina

Processo: 14/15354-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Marcia de Paula Leite
Beneficiário:Débora de Fina Gonzalez
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/20408-1 - Contradições do trabalho no Brasil atual: formalização, precariedade, terceirização e regulação, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):17/11837-0 - Feminismos, Estado e políticas públicas: uma análise sobre políticas de participação para as mulheres no Brasil e no Chile, BE.EP.DR
Assunto(s):Democracia participativa   Feminismo   Políticas públicas   Direitos da mulher

Resumo

O presente projeto de pesquisa insere-se num debate contemporâneo que envolve, de um lado, a expansão da participação democrática na América Latina e, de outro, a consolidação das questões de gênero como foco de políticas públicas numa escala global. No contexto brasileiro, estes processos se concretizam em 2003 com a criação da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres que, dentre outras secretarias e ministérios criados, aparece como um mecanismo de interlocução e participação da sociedade civil organizada. Os processos de negociação e conflitos entre interesses hegemônicos e transformadores, impulsionados pela democracia participativa, trazem em si um potencial inovador para a ação política e mudança social. Entretanto, a concretização dos objetivos expressos nos documentos construídos nos processos participativos depende da correlação de forças e disputas na arena estatal. Neste contexto, a presente pesquisa tem como foco apreender como estas recentes reconfigurações no campo político feminista têm influenciado os processos de elaboração e implementação de políticas públicas voltadas à promoção da autonomia econômica das mulheres, um dos eixos centrais definido pela agenda internacional de desenvolvimento e incluído no atual Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (2013-2015). (AU)

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