Busca avançada
Ano de início
Entree

Distribuição intraespecífica de Caranguejos-Chama-Maré em função do teor de matéria orgânica do sedimento: uma questão de preferência?

Processo: 14/00456-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Tânia Marcia Costa
Beneficiário:Fernando Rafael de Grande
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/10421-9 - Distribuição intraespecífica de caranguejos chama-maré em função do teor de matéria orgânica do sedimento: uma questão de preferência?, BE.EP.MS
Assunto(s):Caranguejo   Braquiúros   Uca thayeri   Uca uruguayensis   Matéria orgânica do solo   Zona entremarés   Comportamento de forrageamento animal

Resumo

Um dos fatores determinantes na distribuição de Caranguejos-Chama-Maré (gênero Uca) é a concentração de Matéria Orgânica (M.O.) do sedimento das zonas intertidais. No entanto, a literatura aponta um antagonismo: embora seja relatado que, experimentalmente, os caranguejos da mesma espécie, independentemente de tamanho, sempre prefiram viver ou forragear em áreas de elevado teor de M.O., em seu habitat os indivíduos jovens é que vivem nestas áreas. Baseado nestas informações, nossa hipótese é a de que caranguejos jovens apresentam uma alta frequência de forrageamento e constroem suas tocas nas áreas de maior teor de MO do sedimento. Desta forma, este trabalho tem por objetivo estudar a distribuição intraespecífica de Caranguejos-Chama-Maré em função do teor de matéria orgânica (M.O.) do sedimento. Para tal, serão utilizadas como organismo modelo duas espécies: U. thayeri e U. uruguayensis. Será mensurado a distribuição intraespecífica (tamanho e sexo) de acordo com os fatores abióticos (teor de M.O., granulometria e umidade do sedimento) observados no habitat destes caranguejos. Em laboratório serão confeccionados microcosmos nos quais serão testados a preferência de U. uruguayensis de diferentes tamanhos por diferentes porcentagens de (1% e 10%) de M.O. do sedimento. Os caranguejos serão observados pelo método scan anotando-se a frequência de forrageamento e o número e local de tocas construídas em cada concentração. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CARRETERO SANCHES, FABIO HENRIQUE. . ESTUARINE COASTAL AND SHELF SCIENCE, v. 212, p. 138-145, NOV 15 2018. Citações Web of Science: 1.

Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.