| Processo: | 14/14881-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Daniel Martins-de-Souza |
| Beneficiário: | Juliana Silva Cassoli |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08711-3 - Desenvolvimento de um teste preditivo para medicação bem sucedida e compreensão das bases moleculares da esquizofrenia através da proteômica, AP.JP |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Proteoma Psiquiatria Esquizofrenia Glicólise Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Espectrometria de massas | esquizofrenia | glicólise | Oligodendrócito | Proteoma | Psiquiatria | Proteômica |
Resumo A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica crônica, grave e incapacitante, que pode afetar até 1% da população mundial. A hipótese predominante para a etiologia da esquizofrenia é que distúrbios em vários genes de risco, cada um contribuindo com um efeito sutil, interajam com estímulos ambientais, impactando o desenvolvimento e função cerebral. Diversas metodologias, como as empregadas por estudos de imagem, transcriptômica e proteômica, têm sido utilizadas com o intuito de compreender as bases moleculares da esquizofrenia. Estes estudos têm associado o desenvolvimento e estabelecimento dessa desordem mental a disfunções no metabolismo energético e função dos oligodendrócitos. O objetivo deste projeto é unir estes dois componentes. Caracterizaremos os perfis bioquímicos e morfológicos, utilizando técnicas proteômicas e de microscopia, de células precursoras de oligodendrócitos, bem como oligodendrócitos mielinizantes, submetidas à superexpressão e knock-down de enzimas glicolíticas como a aldolase C, que nosso grupo encontrou diferencialmente expressas em cérebros de pacientes com esquizofrenia. Com isso, esperamos identificar as proteínas e as vias bioquímicas afetadas pela modulação da expressão desta enzima e sua influência sobre a morfologia e função (mielinização) dos oligodendrócitos. Os resultados aqui obtidos serão comparados com os nossos e outros achados prévios em amostras de pacientes, visando observar se a superexpressão ou knock-down de uma enzima é capaz de provocar perturbações no metabolismo do oligodendrócito semelhantes ao que se observa na esquizofrenia. O presente estudo contribuirá para o entendimento dos mecanismos bioquímicos moleculares envolvidos na patogênese da esquizofrenia, através da integração das vias bioquímicas, bem como para a identificação de moléculas-chave dessa doença. Ademais, tais moléculas poderão ser estudadas separadamente, apontando novos alvos terapêuticos. (AU) | |
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