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Rotinas do cárcere: a casa de detenção da corte do Rio de Janeiro entre 1856 e 1889

Processo: 14/09309-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Maria Luiza Ferreira de Oliveira
Beneficiário:Anita de Souza Lazarim
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):História do Brasil Império   Cárcere privado   Prisões   Rio de Janeiro (RJ)

Resumo

O objetivo dessa pesquisa é estudar como se deu o funcionamento da casa de detenção da corte durante o Império. Procuraremos desvendar as práticas que ali vigoraram, como atuaram os funcionários, os presos, como seu deu a relação com os familiares e com a sociedade. A partir da análise das fichas de matrículas dos detentos, almejamos saber sobre os indivíduos que passaram pela prisão, com os relatórios dos diretores, teremos a dinâmica institucional, e através dos jornais pretendemos saber como o que se passava ali dentro repercutia na sociedade (e vice-versa). A pesquisa busca contribuir com a história social das prisões, trazendo uma reflexão sobre uma das partes do principal complexo prisional da maior cidade do Império, e que no entanto não teve o seu funcionamento estudado. A casa de correção, a prisão considerada modelo, foi melhor estudada, mas será que podemos entender o sistema prisional na corte, e por extensão no Império, sem entender a outra parte, a casa de detenção? Pouco sabemos da relação entre as duas alas do complexo prisional, essa relação só poderá ser esclarecida quando o funcionamento da casa de detenção for esquadrinhado. Foi por detectar essa lacuna na história das prisões que propusemos essa pesquisa de mestrado. (AU)