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Narrativa oral e teoria da mente em escolares com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

Processo: 14/19634-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Jacy Perissinoto
Beneficiário:Renata Santos Pedroso Graça
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Teoria da mente   Narrativa   Linguagem   Hiperatividade

Resumo

Introdução: O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade tem alta prevalência na população infantil e afeta diferentes aspectos do desenvolvimento. São observados agitação neuropsicomotora e déficit de atenção que repercutem em relações interpessoais, desempenho acadêmico, linguagem oral e escrita, Teoria da Mente, organização e planejamento da macroestrutura narrativa. Tais características permitem levantar a hipótese de que as narrativas orais de crianças com TDAH apresentam nível menos complexo de intencionalidade e menos palavras por frase que as das crianças típicas. Objetivo: Caracterizar a narrativa oral e a habilidade da utilização de Teoria da Mente em indivíduos com TDAH. Método: Pesquisa aprovada pelo CEP EPM/UNIFESP sob o no 698.079. Serão analisados 13 protocolos de indivíduos com diagnóstico multidisciplinar de TDAH (12 meninos), com idades entre 06 e 13 anos, audição normal, matriculados em escolas da rede pública. Serão analisadas narrativas classificadas anteriormente como intencionais a partir de 15 sequências (Baron Cohen et al, 1986; Perissinoto, 2003). Considera-se narrativa intencional quando o narrador utiliza verbos denotativos de sentimento ou desejo, expressões não linguísticas, estados mentais, ou fala da personagem narrada em discurso direto. Neste estudo, as narrativas orais, produzidas a partir da observação de sequências de figuras, serão classificadas em quatro categorias de intencionalidade (ARTONI,2001). Serão analisadas e correlacionadas estatisticamente as características das narrativas e as variáveis idade, sexo, tipo de TDAH, escolaridade e QI dos indivíduos; além de compará-las com um grupo controle, formado por indivíduos sem diagnósticos psiquiátricos, escolhidos de forma aleatória nas escolas da Zona Sul de São Paulo.

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