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Efeito da duração do período de eclosão sobre a qualidade dos pintos e seu desempenho frente ou não a estresse térmico

Processo: 14/23665-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 20 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 19 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal
Pesquisador responsável:Isabel Cristina Boleli
Beneficiário:João Batista Matos Junior
Supervisor no Exterior: Giuseppe Maiorano
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universita degli Studi del Molise, Itália  
Vinculado à bolsa:12/14428-0 - Efeito da duração do período de eclosão sobre a qualidade dos pintos e seu desempenho frente ou não a estresse térmico, BP.DR
Assunto(s):Estresse térmico   Frangos   Qualidade da carne   Termotolerância

Resumo

Este trabalho tem por objetivo apresentar o projeto de bolsa de doutorado Processo nº 2012/14428-0 aprovado pela FAPESP que foi conduzido com o objetivo de investigar o efeito da duração do período de eclosão sobre a qualidade dos pintos e seu desempenho frente ou não ao estresse térmico. Para isso, foram realizados 3 experimentos. No Experimento 1, ovos férteis de frangos de corte (Cobb®) foram incubados a 37,5°C e 60% UR até o 12°dia. A partir do 13° dia de incubação até a eclosão, duas incubadoras foram mantidas a 37,5°C e duas incubadoras tiveram sua temperatura elevada para 39,0°C. Nas fases pré e pós-incubação foram avaliadas as características das cascas dos ovos, e, na eclosão das aves foram avaliadas a qualidade dos pintainhos, a duração da incubação, e as características sanguíneas e pulmonares dos pintainhos. No Experimento 2, após a eclosão, foi determinada a zona de termoneutralidade das aves de acordo com a temperatura de incubação (37,5°C e 39°C), através de um teste de preferência térmica e de um desafio térmico, os quais foram realizados no 1o, 7o, 14o, 21o, 28o e 35o dia de vida e nos dias subsequentes, respectivamente. No experimento 3, logo após a eclosão, os pintainhos de cada tratamento de incubação (37,5ºC e 39ºC) foram alojados em câmaras climáticas com ambiente controlado e mantidos a três diferentes temperaturas: termoneutra recomendada para a linhagem, preferência térmica (determinada a partir dos dados do experimento 2) e quente em relação à preferência térmica. Aos 42 dias de idade foram analisadas as características de desempenho, rendimento de carcaça, sangue, qualidade da carne e a hipertrofia e hiperplasia das fibras musculares. Os dados obtidos nos experimentos 1 e 2 foram verificados, quanto à de presença de dados discrepantes, de normalidade dos erros (teste Cramer-Von-Mises) e homogeneidade de variâncias (teste de Levene). Após constatado o atendimento às pressuposições do modelo, os dados foram submetidos à análise de variância, por meio do programa SAS® e, em caso de diferença significativa, foi aplicado o teste de Tukey (5%), para comparação de médias. Tais dados já foram apresentados nos dois relatório Parciais apresentados à Fapesp e seus respectivos manuscritos estão em elaboração.O propósito do estágio no exterior junto ao laboratório do Prof. Dr. Mariano Giuseppe, na University of Molise, Itália, presente solicitação, é aprimorar nossos conhecimentos na área de produção animal e, mais especificamente, na avaliação de qualidade de carne. Pretende-se comparar e discutir metodologias utilizadas, analisar e discutir os resultados obtidos no Experimento 3 de forma consistente, buscando entender as interações entre : (a) estresse por calor na incubação, hipertrofia e composição fibrilar dos músculos e qualidade de carne; (b) estresse por calor na criação, hipertrofia e composição fibrilar dos músculos e qualidade de carne; (c) período de eclosão, hipertrofia e composição fibrilar dos músculos e qualidade de carne.Palavras-chave: eclosão, estresse térmico, frango, preferência térmica, qualidade de carne (AU)