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Formação e expansão de classes de equivalência de estímulos em bebês e crianças com deficiência visual

Processo: 14/15921-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Maria Stella Coutinho de Alcantara Gil
Beneficiário:Alessandra Corne Canosa
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Bebês   Crianças com deficiência   Transtornos da visão   Equivalência de estímulos

Resumo

O modelo de Equivalência de Estímulos tem contribuído para a compreensão da emergência de novos comportamentos, além de empregado para o estudo do comportamento simbólico. Pesquisas têm privilegiado o emprego de estímulos auditivos e visuais com participantes com deficiência intelectual ou surdez, sendo poucos os estudos com participantes com deficiência visual. Visando estender as investigações sobre a aprendizagem de comportamentos complexos por esta população, este projeto tem como objetivo avaliar a expansão de classes de equivalência por crianças com deficiência visual, a partir da inclusão de estímulos convencionais e arbitrários (Estudo 1) e ensinar e avaliar a emergência de relações condicionais entre estímulos para bebês e crianças com deficiência visual (Estudo 2), adequando tarefas experimentais às condições do ambiente natural dos participantes, por meio da análise da interação mãe-criança (Estudo 3). No Estudo 1 participarão três crianças com 6 anos de idade e deficiência visual. Além de dois conjuntos na modalidade auditiva e quatro na modalidade tátil, empregados na formação de classes de equivalência pelos participantes em um estudo anterior, dois conjuntos com nomes em braile serão incluídos visando avaliar a expansão das classes. Serão realizadas tentativas de testes de manutenção, ensino e testes de expansão por meio do procedimento de pareamento com o modelo (MTS). Espera-se a expansão das classes de equivalência de estímulos auditivos e táteis por crianças com deficiência visual. No Estudo 2 os participantes serão até quatro bebês/crianças, entre 12 e 60 meses de idade, com deficiência visual. Os estímulos serão objetos familiares, objetos convencionais (familiares ou não familiares) e abstratos, apresentados em um conjunto na modalidade auditiva e três diferentes conjuntos na modalidade tátil. Relações arbitrárias entre estímulos serão ensinadas e testadas por meio do MTS. Espera-se que os participantes demonstrem a formação de classes de equivalência de três e quatro estímulos. (AU)