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Identificação das substâncias presentes na própolis vermelha do Brasil por UPLC-ESI-MS e RMN e avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana dos compostos isolados

Processo: 13/20313-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Alexandra Christine Helena Frankland Sawaya
Beneficiário:Begona Gimenez-Cassina Lopez
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/51677-2 - Técnicas modernas em espectrometria de massas e desenvolvimento de novas aplicações em ciências: química, bioquímica, materiais, forense, medicina, alimentos, farmácia e veterinária, AP.TEM
Assunto(s):Ressonância magnética nuclear   Anti-infecciosos   Antioxidantes   Própolis

Resumo

A própolis vermelha é um produto resinoso, que as abelhas produzem e que é típica dos estados do nordeste do Brasil. A composição da própolis varia bastante segundo a sua origem botânica e geográfica, e também segundo o tipo de abelha envolvida no processo de coleta. Foram identificados distintos tipos de própolis vermelha: o grupo A apresentou o íon marcador m/z 601.35 (C38H49O6) e inclui amostras dos estados de Alagoas e Paraíba; e o grupo B, inclui amostras de própolis vermelha de Sergipe, Cuba e que apresentam um perfil de composição semelhante ao da Dalbergia ecastophyllum, espécie vegetal que tem sido identificada como uma das fontes de própolis vermelha. Os íons marcadores deste grupo são m/z 255.06 (C15H11O4) - pinocembrina, m/z 267.06 (C16H11O4) - formononecina, m/z 271.06 (C15H11O5), m/z 271.10 (C16H11O4), m/z 283.06 (C16H11O5) - biochanina A, e m/z 301.07 (C16H13O6). A identificação da composição assim como da estrutura química dos íons marcadores por diferentes técnicas espectrometria de massas e ressonância magnética nuclear é importante para conseguir estabelecer uma padronização da própolis vermelha, pois esta substância possui promissores atividades terapêuticas e interesse na indústria alimentaria e farmacêutica. Possui atividade antimicrobiana, antioxidante, citotóxica, analgésica, anti-inflamatória, hepatoprotetora, entre outras. Desta forma, além de avaliar a atividade de amostras de própolis vermelha é indicado avaliar a atividade individual das substâncias presentes nas amostras para identificar os compostos bioativos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MENDONCA-MELO, LUCYANA; MOTA, EVERTON; LOPEZ, BEGONA; SAWAYA, ALEXANDRA; FREITAS, LISIANE; JAIN, SONA; BATISTA, MARCUS; ARAUJO, EDILSON. Chemical and genetic similarity between Dalbergia ecastaphyllum and red propolis from the Northeastern Brazil. JOURNAL OF APICULTURAL RESEARCH, v. 56, n. 1, p. 32-39, 2017. Citações Web of Science: 2.
CARNEIRO, M. J.; LOPEZ, B. G-C; LANCELLOTTI, M.; FRANCHI, G. C.; NOWILL, ALEXANDRE E.; SAWAYA, A. C. H. F. Evaluation of the chemical composition and biological activity of extracts of Tetragonisca angustula propolis and Schinus terebinthifolius Raddi (Anacardiaceae). JOURNAL OF APICULTURAL RESEARCH, v. 55, n. 4, p. 315-323, 2016. Citações Web of Science: 0.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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