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Modulação autonômica e ajustes da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca durante exercício físico em crianças obesas

Processo: 14/16417-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Robison José Quitério
Beneficiário:Mariana Cristina da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Atividade física   Variabilidade da frequência cardíaca   Obesidade   Sistema nervoso autônomo

Resumo

Introdução e justificativa: A obesidade infantil tornou-se um grave problema de saúde pública e está associada ao desenvolvimento de comorbidades cardiovasculares e metabólicas, dentre as quais, o comprometimento da função neurocardíaca, o que evidencia a importância do estudo da variabilidade da frequência cardíaca (VFC), ferramenta útil no diagnóstico precoce de disfunções autonômicas. Objetivos: Investigar a modulação autonômica cardíaca em repouso e os ajustes da frequência cardíaca (FC) e sua variabilidade ao exercício físico isométrico submáximo em crianças obesas. Material e métodos: Um grupo de crianças obesas será submetido à coleta de amostras de sangue para análise de triglicérides, colesterol total, lipoproteína de alta densidade, lipoproteína de baixa densidade e glicemia. A FC e os intervalos R-R (iR-R) instantâneos serão gravados em repouso com respiração espontânea, na postura sentada por vinte minutos e analisados a partir da análise do plot de recorrência (PR). Serão realizados dois testes de contração isométrica voluntária submáxima (CIVS): um com 20% e outro com 40% da força máxima, durante dois minutos ou até exaustão. A FC e os iRR serão registrados continuamente durante 65 s de repouso, durante a contração isométrica e 5 minutos de recuperação. A partir desses dados serão estudados os ajustes da FC e da sua variabilidade durante o esforço e no período de recuperação. Hipóteses: crianças obesas apresentam menores respostas da FC durante os segundos iniciais (vago-dependente), maiores em durações maiores e recuperação mais lenta, devido alterações na modulação autonômica.

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