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Efeitos do laser de baixa intensidade infravermelho no reparo muscular em ratos diabéticos

Processo: 14/19565-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Camila Manis de Almeida
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Regeneração muscular   Sistema musculoesquelético   Lesão muscular   Terapia a laser de baixa intensidade   Diabetes mellitus   Reabilitação (terapêutica médica)

Resumo

O diabetes mellitus (DM) é uma doença metabólica crônica associada à dificuldade de regeneração muscular. Dentre as abordagens terapêuticas que visam favorecer a regeneração muscular, a terapia laser de baixa intensidade (LLLT) tem sido apontada como uma modalidade clínica segura e eficiente, contudo, as vias de sinalização acionadas por este recurso permanecem incertas. Assim, o objetivo do presente estudo é avaliar os efeitos da LLLT sobre a resposta inflamatória e regenerativa após criolesão do músculo tibial anterior (TA) em ratos diabéticos. Vinte e quatro ratos da linhagem Wistar serão divididos em três grupos (n=8): (GC) grupo controle - músculo TA criolesado sem tratamento; (GCD) animais diabéticos com músculo TA criolesado sem tratamento; (LIR) animais diabéticos com músculo TA criolesado submetido à irradiação laser. O modelo de indução de diabetes será por estreptozotocina (STZ) intra-venoso. As regiões lesadas receberão irradiação local e em contato, por sete dias consecutivos, iniciando o tratamento imediatamente após a indução da crilesão, utilizando um laser AsGaAl (contínuo; » =808 nm; P=30 mW; área do feixe = 0,028 cm2; t=47 s; D=50 J/cm2; E=1,4 J; irradiância=1,07 mW/cm2). Os animais serão eutanaziados no sétimo dia após lesão para a retirada do músculo TA direito. Técnicas de histoquímica serão realizadas para averiguar a morfologia e a morfometria dos músculos lesados e submetidos ao tratamento com LLLT. Além disso, análises de imunohistoquímicas serão realizadas para avaliar os marcadores moleculares (COX-2, iNOS, MyoD, Miogenina) envolvidos durante o processo de regeneração muscular. Os resultados deste projeto trarão significativa contribuição para o entendimento dos mecanismos de ação acionados pela LLLT durante o processo de regeneração muscular em ratos diabéticos, otimizando assim, sua utilização na reabilitação de desordens músculoesqueléticas. (AU)