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Comportamento da irisina em ratos submetidos a privação e restrição de sono paradoxal

Processo: 14/22201-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Hanna Karen Moreira Antunes
Beneficiário:Luana Farinazzo Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Metabolismo   Privação de sono   Sono

Resumo

O sono é apontado pela literatura como um importante fator para a manutenção da saúde, atuando em processos de restauração e conservação de energia, consolidação de memória, proteção do funcionamento fisiológico orgânico e do sistema imune, além da saúde cardiovascular. Entretanto, modelos animais sugerem que alterações no sono causadas por privação, assim como por restrição do sono, estão associadas com importantes prejuízos em eixos hormonais específicos, destacando aumentos na secreção de corticosterona e reduções de testosterona, GH e IGF-1, além de aumento evidente da liberação de hormônios tireoidianos. Esse conjunto de alterações estabelece um ambiente essencialmente catabólico que pode causar uma série de prejuízos fisiológicos, em especial, no tecido muscular gerando um quadro de atrofia. Os mecanismos envolvidos com esse quadro atrófico ainda não estão totalmente esclarecidos, avanços já foram produzidos demonstrando a participação do sistema ubiquitina - proteassomo e da via de autofagia- lissosomal, mas não se sabe ainda o papel de outros marcadores que justifiquem o aumento do metabolismo com o debito de sono, seguramente um parâmetro que pode auxiliar na compreensão do processo atrófico. Entre os candidatos, a Irisina e a PGC1-± tem ganhado destaque devido o seu papel na mudança do metabolismo corporal. Assim, o objetivo do presente estudo é avaliar os efeitos da privação e da restrição de sono paradoxal nos níveis de irisina de ratos. Para isso, 30 ratos machos Wistar, com 3 meses de idade serão distribuídos em 3 grupos: a) Grupos controle (CTRL); b) Grupo privado de sono paradoxal por 96 horas consecutivas (PSP96); c) Grupo restrito de sono por 21 dias consecutivos (RSP21D). Esses dois últimos grupos serão submetidos ao protocolo de privação ou restrição de sono por 96h e 21 dias consecutivos respectivamente, sendo o grupo controle mantido em suas caixas moradia. Após o período de protocolo, os grupos serão eutanasiados por decaptação, e o sangue e o músculo retirados para analises bioquímicas (Irisina, Testosterona, IGF-1, Glicose, Insulina, Corticosterona), histomorfométricas (área de secção transversal com coloração em HE) e moleculares (Western Blotting para a proteína PGC1-±). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo/Hospital São Paulo, nº 0764/10 e será realizado em parceria com o Departamento de Psicobiologia dessa mesma instituição.

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