| Processo: | 14/17251-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 26 de agosto de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Maria Lucia Cardillo Corrêa Giannella |
| Beneficiário: | Karina Thieme |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/04831-1 - Novos moduladores do controle glicêmico e do desenvolvimento de complicações crônicas no diabetes mellitus: perspectivas preventivas e terapêuticas, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/04591-1 - RNAs não codificantes na doença renal diabética, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Inflamação Epigênese genética Endocrinologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | Estresse oxidativo | Inflamação | nefropatia diabética | Produtos Finais de Glicação Avançada | Endocrinologia |
Resumo O diabetes mellitus (DM) é a maior causa de doença renal crônica no mundo e a disfunção glomerular é o fator etiológico mais comum para perda da função renal. A hiperglicemia participa do desenvolvimento da nefropatia diabética (ND), entre outras ações, pelo aumento da produção de produtos de glicação avançada (AGEs). No entanto, há poucos estudos que avaliaram os efeitos dos AGEs na ausência de hiperglicemia. Este é um aspecto importante, visto que AGEs exógenos provenientes da dieta também exercem efeitos deletérios; aqueles não excretados pelos rins distribuem-se nos tecidos e permanecem biologicamente ativos, podendo causar inflamação, estresse oxidativo e estímulo do sistema renina-angiotensina (SRA). A principal hipótese deste estudo é que os AGEs contribuam para a ND, independentemente da hiperglicemia, alterando a expressão de genes pró e anti-oxidantes e pró-fibróticos, estimulando o SRA e induzindo alterações epigenéticas. A segunda hipótese do estudo é que o tratamento com o antioxidante N-acetilcisteína (NAC), poderia prevenir os efeitos dos AGEs. Assim, os objetivos deste estudo são: 1) estudar in vivo os efeitos do tratamento crônico com albumina glicada e a possível ação terapêutica da NAC sobre a função e a morfologia renal, o estresse oxidativo, a expressão de genes envolvidos neste processo e a participação de mecanismos epigenéticos; 2) estudar in vitro, em células renais (células mesangiais e podócitos), os efeitos da albumina glicada e a possível ação terapêutica da NAC sobre a expressão de genes pró e anti-oxidantes, a secreção de citocinas/fatores de crescimento, o estresse oxidativo e o envolvimento de mecanismos epigenéticos; 3) estudar in vitro, em podócitos, o efeito da albumina glicada e a possível ação terapêutica da NAC, sobre a expressão de proteínas envolvidas na adesão celular e arranjo de cito-esqueleto. Os resultados deste estudo serão importantes para compreensão dos mecanismos moleculares pelos quais os AGEs afetam a fisiologia renal e representa uma importante estratégia na busca de futuras abordagens preventivas e/ou terapêuticas para corrigir os danos gerados sobre os rins, especialmente sobre as células mesangiais e os podócitos. | |
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