| Processo: | 14/20209-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Rosana de Lima Pagano |
| Beneficiário: | Ana Carolina Pinheiro Campos |
| Instituição Sede: | Hospital Sírio-Libanês. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Doença de Parkinson Dor nociceptiva Núcleo magno da rafe Analgésicos Fatores de crescimento Imunofluorescência Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células da glia | citocinas hiperalgésicas | Lesão nigroestriatal | loco cerúleo | Núcleo Magno da Rafe | Ratos | Neurofisiologia |
Resumo A doença de Parkinson (DP) é uma desordem neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva dos neurônios dopaminérgicos nigroestriatais, sendo que a maioria dos pacientes relata dor, em muitos casos precocemente às desordens motoras e cognitivas características da doença. Experimentalmente, foi observada redução do limiar nociceptivo em ratos parkinsonianos em diferentes modelos de nocicepção, porém os mecanismos envolvidos não foram ainda esclarecidos. Previamente, observamos que a lesão dopaminérgica estriatal induz hiperalgesia mecânica bilateral em ratos, a qual é acompanhada pela perda de neurônios serotoninérgicos no núcleo magno da rafe (NMR) e noradrenérgicos no loco cerúleo (LC). Sabendo que a neuroinflamação, incluindo a ativação glial, afeta diferentes estruturas em quadro de DP experimental, a proposta desse projeto é investigar o padrão de ativação neuronal e glial nos núcleos NMR e LC, envolvidos com a modulação da resposta nociceptiva, após a injeção estriatal unilateral da neurotoxina 6-OHDA. Para tanto, avaliaremos a resposta nociceptiva mecânica pelo teste de pressão da pata. Para caracterização da lesão nigroestriatal, os animais serão avaliados pelo teste de rotação assimétrica induzida por apomorfina e pela perda da marcação de neurônios dopaminérgicos na substância negra. A análise do padrão de ativação glial do NMR e LC, após lesão estriatal, será determinada pela imunomarcação para GFAP (marcador astrócitario) e Iba-1 (marcador microglial). Será também avaliado por immunoblotting, nesses mesmos núcleos, o padrão proteico de citocinas pró-inflamatórias hiperalgésicas IL-² e TNF-± e do receptor purinérgico P2X4 (marcador de microglia ativada). Com o intuito de correlacionar morte neuronal e ativação neuronal e/ou glial faremos dupla marcação por imunofluorescência para TUNEL e/ou c-Fos, GFAP e Iba-1. Com esse projeto pretendemos aprofundar o entendimento do efeito da lesão nigroestriatal sobre os núcleos serotonérgico e noradrenérgico da via analgésica descendente e o papel das células glia nessa resposta. | |
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