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Perfil de expressão de claudinas nas lesões de verruga plana e carcinomas cutâneos na epidermodisplasia verruciforme

Processo: 14/15765-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Mírian Nacagami Sotto
Beneficiário:Lana Luiza da Cruz Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dermatologia   Verrugas   Carcinoma de células escamosas   Epidermodisplasia verruciforme   Claudinas   Papillomaviridae   Imuno-histoquímica

Resumo

A Epidermodisplasia Verruciforme (EV) é uma condição rara, de herança genética, caracterizada por verrugas planas disseminadas e neoplasias cutâneas, causadas por um grupo específico de vírus do papiloma humano (HPV), os EV-HPV. A EV é considerada o primeiro indicador de câncer genético associado ao HPV, e modelo para o estudo do papel dos vírus e de fatores do hospedeiro na oncogênese viral. Não se conhece os mecanismos da oncogênese dos EV-HPV, pois esses vírus, ao contrário dos HPV genitais de alto risco não se incorporam ao genoma da célula hospedeira. Claudinas são proteínas das junções celulares de tipo "tight" e que exercem funções no selamento, seleção de transporte paracelular de íons, na diferenciação, proliferação, migração e apoptose celular. O seu perfil de expressão nos processos neoplásicos pode representar indicador diagnóstico e de prognóstico. Estudos da expressão de claudinas em neoplasias vulvares relacionadas aos HPV oncogênicos demonstram alteração de expressão que acompanha a progressão das lesões intraepiteliais até o carcinoma invasivo. Não encontramos estudos semelhantes nas lesões da EV, que representa um modelo de oncogênese cutânea viral. Pretende-se, através de técnicas de imuno-histoquímica, verificar o perfil de expressão de claudinas nas verrugas planas da EV, carcinoma espinocelular in situ e invasivo desses doentes, comparando com os carcinomas de doentes sem essa condição. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: