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Avaliação da influência do tecido adiposo perivascular (PVAT) na reatividade vascular da aorta de ratos infartados submetidos ao treinamento físico aeróbio e resistido

Processo: 14/20303-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Luciana Venturini Rossoni
Beneficiário:Milene Tavares Fontes
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia cardiovascular   Aorta   Tecido adiposo   Infarto do miocárdio   Reatividade cardiovascular   Exercício físico

Resumo

O infarto do miocárdio (IM) é uma doença isquêmica que ocorre por deficiência na perfusão do tecido cardíaco, resultando em necrose da parede miocárdica. Apesar da redução no número de óbito em decorrência do IM, esta doença ainda apresenta uma alta incidência e muitos pacientes apresentam sequelas como baixa capacidade física. Dentre as alterações encontradas no IM, está à disfunção endotelial que é comum em doenças cardiovasculares e se caracteriza pelo desequilíbrio entre a liberação de fatores contráteis em detrimento dos fatores relaxantes derivados do endotélio. Além do endotélio, a literatura tem demonstrado que o tecido adiposo perivascular (PVAT) é capaz de liberar substâncias vasoativas que apresentam um efeito anticontrátil. Na presença de patologias cardiovasculares o PVAT apresenta um desequilíbrio da sua função. Essa disfunção ocorre, assim como no endotélio, pela redução da liberação dos fatores relaxantes e/ou pelo aumento dos fatores contráteis. Dentre os fatores contráteis podemos citar a aldosterona, que é liberada pelos adipócitos. A aldosterona também se encontra em níveis aumentados em pacientes e animais infartados, demonstrando assim uma possível relação entre o PVAT, a aldosterona e o infarto do miocárdio. Para reverter esses prejuízos promovidos pelo IM, diversas associações relacionadas à saúde têm sugerido, em suas diretrizes, a prática regular de exercício físico como uma ferramenta não farmacológica. O exercício físico regular melhora a sobrevida, a capacidade física, a contratilidade cardíaca, os parâmetros antioxidantes e inflamatórios, além da capacidade de interferir na expressão de adipocinas. Além disso, dados da literatura tem demonstrado que a combinação de exercícios aeróbios e resistidos tem sido eficiente na promoção de benefícios em pacientes infartados. Dentro desse contexto, o atual projeto tem como objetivo geral avaliar a influência do PVAT na reatividade vascular da aorta de ratos pós-IM, submetidos ao treinamento aeróbio e resistido combinados. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
VICTORIO, JAMAIRA A.; FONTES, MILENE T.; ROSSONI, LUCIANA V.; DAVEL, ANA P. Different Anti-Contractile Function and Nitric Oxide Production of Thoracic and Abdominal Perivascular Adipose Tissues. FRONTIERS IN PHYSIOLOGY, v. 7, JUL 12 2016. Citações Web of Science: 18.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
FONTES, Milene Tavares. Avaliação da influência do tecido adiposo perivascular (PVAT) na reatividade vascular da aorta de ratos com insuficiência cardíaca submetidos ao treinamento físico aeróbio e resistido.. 2019. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

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