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O Crise de vers mallarmeano e as traduções brasileiras para a crise

Processo: 14/23689-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras
Pesquisador responsável:Álvaro Silveira Faleiros
Beneficiário:Caroline Pessoa Micaelia
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tradução   Poesia   Análise de conteúdo   Estudos literários   Século XXI

Resumo

Em seu poema crítico "Crise de vers", Stéphane Mallarmé discutirá as então fins do século XIX recentes reflexões e tensões que cercavam os problemas do verso e da poesia, bem como da linguagem enquanto lugar de crise. No início do século XXI, sob um contexto crítico que vem realocando as leituras contemporâneas da obra do poeta francês realizadas por autores como Marcos Siscar, Henry Meschonnic e Jacques Rancière , levando-a para um lugar historicizante e relacionado às questões da voz, do ritmo, da política e da sociedade, o texto mallarmeano que nunca havia sido traduzido para o português ganha duas traduções, com anos de publicação expressivamente próximos uma da outra. Enquanto a primeira tradução, de Ana Alencar, receberia como título "Crise do verso", a segunda, de Fernando Scheibe, seria intitulada "Crise de verso". A diferença entre um título e outro, podendo muitas vezes passar despercebida, mostra-se, no entanto, deveras relevante para que se entenda do que trata a crise: se do verso enquanto forma, se da poesia enquanto lugar de crise. Diante disso, faz-se curioso pensar no motivo pelo qual duas traduções, com pouco distanciamento de publicação entre si e, portanto, realizadas sob um mesmo paradigma crítico, indicam, desde o título, projetos tradutórios tão diferentes. objetivo desse projeto é fazer uma análise-comparativa das duas traduções do "Crise de vers" para o português, tentando flagrar os meandros de cada projeto tradutório, de modo a compreender como cada um deles dialoga com a obra mallarmeana e com o espectro crítico no qual esta obra tem sido inserida nos últimos anos.

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