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As reações japonesas ao cristianismo dos missionários nos séculos XVI e XVII

Processo: 14/23744-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron
Beneficiário:Renata Cabral Bernabé
Supervisor no Exterior: Shinzo Kawamura
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Sophia University, Japão  
Vinculado à bolsa:14/02510-9 - As reações japonesas ao cristianismo dos missionários nos séculos XVI e XVII, BP.DR
Assunto(s):Budismo   Franciscanos   Jesuítas   Japão   Cristianismo

Resumo

A missão cristã no Japão da era Moderna teve uma rápida ascensão em seu início, com um grande número de conversos e uma relativa simpatia por parte da autoridade central que vinha se firmando em meio a um período de sangrentas guerras civis que assolavam o país desde fins do século XV. Contudo, ao contrário do que se podia esperar, a paz conquistada pelos unificadores japoneses e pelo novo clã governante - os Tokugawa - se provou fatal para a missão cristã que teve seu status de proibida invariavelmente sancionado em 1614. A insistência dos jesuítas, assim como de alguns franciscanos de manterem a missão, ainda que de forma clandestina, fez com que o Japão se fechasse completamente para o contato com o estrangeiro e aumentasse violentamente a repressão aos cristãos remanescentes.A forma e a razão pela qual as autoridades japonesas empreenderam essa dura repressão, juntamente com a repercussão favorável e desfavorável ao cristianismo que o mesmo provocou nos vários círculos sociais do Japão Moderno (japoneses conversos, sacerdotes budistas, intelectuais confucionistas e ainda literatura popular), por uma lado, e as insistentes tentativas (ao fim frustradas) por parte de franciscanos e jesuítas em serem aceitos pelos governantes japoneses, assim como as discordâncias entre os membros das duas ordens quanto aos métodos a serem empregados na evangelização dos japoneses serão temas da investigação aqui proposta. (AU)