| Processo: | 14/18837-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 15 de abril de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 14 de abril de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Jannini Sawaya |
| Beneficiário: | Thaís Barreto Guedes da Costa |
| Supervisor: | Alexandre Antonelli |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Gothenburg, Suécia |
| Vinculado à bolsa: | 13/04170-8 - Biogeografia histórica das serpentes da diagonal de formações abertas da América do Sul, BP.PD |
| Assunto(s): | Regionalização Biogeografia Serpentes Conservação biológica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia evolutiva | biomas | Neotropical | padrões de distribuição geográfica | planejamento de conservação | Regionalização | Biogeografia |
Resumo A identificação de regiões biogeográficas naturais é fundamental para comparações em estudos ecológicos e evolutivos de ampla escala, e constitui uma ferramenta essencial para planejamentos de conservação. Vários estudos ecológicos e biogeográficos recentes tentaram delimitar bioregiões em escalas globais e locais, e há uma longa história de esquemas de regionalização propostos para a região Neotropical ao longo dos últimos 150 anos. Contudo, apesar dos avanços recentes e propostas, não há consenso sobre que tipo de dados são os mais adequados, quais são os melhores métodos para delimitação e mapeamento das bioregiões cartograficamente, nem qual sistema terminológico deve ser usado para se referir às áreas identificadas. Essa falta de consenso, bem como o seu desenvolvimento analítico insuficiente, é surpreendente, dado que estas unidades naturais formam a base para o estudo de processos evolutivos, ecológicos e geológicos que estruturam espacialmente a biota. Assim, o objetivo deste estudo é testar métodos e propostas de regionalização na região neotropical utilizando dados reais e confiáveis (cerca de 100.000 registros de distribuição de 469 espécies) sobre a distribuição geográfica das serpentes como um modelo, e comparar os resultados com propostas previamente publicadas que usam dados de outros animais, plantas e fatores abióticos. O nosso objetivo é responder às seguintes questões: i) Como os diferentes métodos bioregionalizam os dados de distribuição de serpentes neotropicais? ii) Quão congruentes são os comumente reconhecidos "biomas brasileiros" com as bioregiões delimitadas por dados de distribuição de cobras? iii) Quais são as principais limitações dos métodos disponíveis atualmente utilizados nas análises de regionalização biogeografica? (AU) | |
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