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Síntese e aplicação de seleno- e Teluro-derivados de indolizinas: estudos de supressão e emissão de fluorescência para detecção de espécies reativas de oxigênio

Processo: 14/20488-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2015
Vigência (Término): 10 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Alcindo Aparecido dos Santos
Beneficiário:Mônica Franco Zannini Junqueira Toledo
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Indolizinas   Síntese   Corantes fluorescentes

Resumo

Nas últimas duas décadas foi observado um notável aumento nas aplicações de sondas fluorescentes em processos biológicos. Neste sentido, sondas fluorescentes com desejáveis propriedades de detecção são essenciais para a investigação de interações moleculares e largamente utilizadas em diagnósticos. Uma forma eficiente de se identificar patologias especificas, principalmente as associadas a processos oxidativos é por detecção de Espécies Reativas de Oxigênio (ROS) e de Nitrogênio (RNS). Neste cenário, uma série de sondas fluorescentes, baseadas na emissão (on) e supressão (off) de fluorescência, modulados por transferência eletrônica fotoinduzida, vem sendo empregadas com o intuito de detectar tais espécies. Átomos de calcogênio mais pesados como o Selênio e o Telúrio, quando inseridos no núcleo cromofórico são capazes de suprimir ou inibir a emissão de fluorescência (off) e ao serem oxidados, restabelecem a emissão de fluorescência pela molécula (on). Dessa maneira, o presente projeto visa a preparação de diferentes Seleno- e Teluro-derivados indolizínicos para estudos de marcação celular em processos oxidativos. A escolha do núcleo indolizínico como grupo cromofórico é fundamentada na sua forte fluorescência na região do UV-visível e infravermelho próximo (IVP), e as suas destacáveis propriedades fotoquímicas. Posteriormente, os cromóforos obtidos também poderão ser ancorados na superfície de nanopartículas metálicas de ouro (Au), prata (Ag), platina (Pt) e/ou paládio (Pd) com o intuito de carreá-los até o sitio de ação requerido. Estas propostas estão fundamentadas na colaboração que firmamos recentemente com um grupo de pesquisadores da Universidade Nova de Lisboa (Profs. Drs. Carlos Lodeiro Espiño e Jose Luis Capelo) que possui uma vasta experiência na aérea de sensores fluorescentes e com o Dr. Lionel Gamarra do Centro de Pesquisas do Cérebro, do Hospital Albert Einstein.