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papel dos microRNAs na função mitocondrial do músculo esquelético durante o estado de resistência à insulina

Processo: 14/25992-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 27 de maio de 2015
Vigência (Término): 26 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Alice Cristina Rodrigues
Beneficiário:Flávia de Toledo Frias
Supervisor no Exterior: Joris Hoeks
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Maastricht University, Maastricht (UM), Holanda  
Vinculado à bolsa:13/19787-0 - Papel dos microRNAs (miR-1, miR-133, miR-206, miR-208b, miR-499 e miR-223) no músculo esquelético de camundongos C57BL/6 durante o estado de resistência à insulina, BP.MS
Assunto(s):Farmacogenética   MicroRNAs   Resistência à insulina   Endocrinologia

Resumo

Diminuição da capacidade oxidativa mitocondrial no tecido muscular esquelético tem sido frequentemente relatada em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e resistência à insulina. Dessa forma, intervenções para melhora da capacidade oxidativa muscular, tais como atividade física e restrição calórica, estão entre as estratégias mais potentes para reverter o estado de resistência à insulina. No entanto, um aumento sustentado da atividade física ou a adoção de hábitos de restrição calórica geralmente não são facilmente alcançados em uma população de obesos, fazendo-se necessário a utilização de estratégias adicionais para melhorar a capacidade oxidativa mitocondrial. Neste contexto, o Dr. Hoeks publicou recentemente o envolvimento de microRNAs específicos - reguladores pós-transcricionais da expressão gênica - na regulação da capacidade mitocondrial em tecido cardíaco. No entanto, se e como os microRNAs também afetam o metabolismo mitocondrial no músculo esquelético ainda não foram estudados até o momento. O grupo do Dr. Hoeks já rastreou >700 microRNAs em mioblastos bem como em miotubos C2C12 que seriam possíveis candidatos envolvidos na regulação da capacidade mitocondrial do músculo esquelético. Durante o estágio, vamos estudar ~ 2 dos microRNAs previamente rastreados em detalhe afim de estabelecer o seu mecanismo de ação e seus efeitos funcionais através de experimentos que mensuram a capacidade mitocondrial e, posteriormente, a sensibilidade à insulina. Inicialmente, os estudos serão realizados em células musculares C2C12 e em miotubos primários humanos prontamente disponíveis no laboratório, provenientes de ambos os pacientes com DM2 e controles pareados pela idade (BMI). Este projeto irá revelar novos microRNAs que estão envolvidas na regulação da capacidade oxidativa mitocondrial do músculo esquelético e que podem vir a ser novos alvos de drogas na melhora da saúde metabólica. (AU)