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Teoria do paisagismo e (da) paisagem

Processo: 14/23194-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Paisagismo
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Vladimir Bartalini
Beneficiário:Júlio Barêa Pastore
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/26435-9 - Fenomenologia da Paisagem e Paisagismo Contemporâneo: teoria, projeto e crítica, BE.EP.PD
Assunto(s):Arquitetura paisagística   Fenomenologia (psicologia)   Paisagem

Resumo

Pretendemos nesta pesquisa questionar se e como a teoria do paisagismo tem se referenciado pela relação entre o homem e a paisagem. Acreditamos que esta relação pode ter se mantido implícita, secundária, mesmo afrontada, o que refletiria os desdobramentos do conceito de paisagem durante o século XX, onde ela resulta frequentemente privada de dimensão ontológica: ora como invenção cultural, material inerte para desconstrução e re-significação, ora reduzida a meio de acesso, subjetivo ou objetivo, à natureza. Tal fato, acreditamos, poderia estar na raiz do debate atual sobre a pertinência do paisagismo enquanto campo de saber e sobre a percepção de um cerne para a disciplina. A partir das contribuições sobre a paisagem enquanto noção calcada no mundo vivido, de autores como Eric Dardel e Maurice Merleau-Ponty, propomos uma abordagem da teoria do paisagismo para buscar os indícios onde esta dimensão originária da paisagem tenha sido referência para o paisagismo, contribuindo para alicerçar o discurso teórico a seu respeito. Teremos o foco no debate das últimas décadas (1970, 1980 em diante), período em que a fenomenologia tem aparecido frequentemente como referência declarada ou como orientação de facto para o paisagismo, pautado por um olhar crítico de seu objeto e de seus meios e pela aproximação entre as técnicas projetuais e as experiências efetivas, concretas, dos espaços vividos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: