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Papel de Nox1 na disfunção de artéria interna do pudendo em camundongos diabéticos

Processo: 15/00832-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia
Beneficiário:Rheure Alves Moreira Lopes
Supervisor no Exterior: Rhian M. Touyz
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Glasgow, Escócia  
Vinculado à bolsa:12/12178-6 - Envolvimento da NADPH oxidase nas alterações de reatividade da artéria pudendal de camundongos diabéticos, BP.DR
Assunto(s):Estresse oxidativo   Diabetes mellitus

Resumo

A hiperglicemia, hiperlipidemia e inflamação, três principais alterações metabólicas em diabetes mellitus (DM), pode induzir a geração de EROs. NADPH-oxidase foi identificada como a principal fonte de EROs na vasculatura. Nox1, uma isoforma da NADPH oxidase, desempenha papel importante na proliferação de células do músculo liso vascular (CMLV), migração e produção de matriz extracelular. O stress oxidativo é conhecido por ser criticamente envolvido nas complicações vasculares associadas a doenças metabólicas e cardiovasculares, incluindo nefropatia, cardiomiopatia, disfunção endotelial e disfunção erétil. DM é um importante fator de risco para disfunção erétil (DE), caracterizada por incapacidade de desenvolver ou manter a ereção peniana durante a atividade sexual. O fluxo sanguíneo arterial para o corpo cavernoso se origina a partir das artérias ilíacas internas, cursa para as artérias pudendas internas (IPAs) e termina nas artérias cavernosas bilaterais. Alterações funcionais ou estruturais na IPAs podem levar à disfunção erétil. Nossa hipótese é que o aumento da geração de EROs induzida por diabetes, consequente ao aumento da ativação de Nox1, prejudica a função IPAs. O DM tipo 1 será induzido em camundongos C57BL6 e Nox1 KO (knockout) usando estreptozotocina (STZ). Função Vascular será determinada em IPAs montadas em um miógrafo para vasos de resistência, geração de EROs por lucigenina, Amplex red e HPF (Sensor de radical hidroxila e Peroxinitrito), NO por diacetate DAF-FM e expressão gênica por PCR em tempo real em CMLV isoladas de IPAs. ML171, um inibidor Nox1 também será usado em IPAs e CMLV para determinar se a ativação de Nox1 leva à disfunção de IPAs. (AU)

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