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Ação da melatonina na heterogeneidade intratumoral verificada por marcadores imuno-histoquímicos de hipóxia em modelo animal de câncer de mama

Processo: 14/16201-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari
Beneficiário:Victor Keniti Gomes Nishiyama
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Anóxia   Melatonina   Neoplasias mamárias   Oncologia experimental

Resumo

O câncer de mama, considerada a neoplasia mais comum entre as mulheres, tem o crescimento tumoral como a maior causa de evolução e de mortalidade das pacientes. A grande extensão tumoral dificulta a perfusão de O2, principalmente na região central do tumor. Isso resulta em focos de hipóxia os quais exercem uma pressão seletiva sobre o tumor, selecionando subpopulações com características vantajosas para sobrevivência em ambientes pouco oxigenados. Essas subpopulações apresentam características distintas e estão distribuídas em diferentes locais do tumor, caracterizando a heterogeneidade intratumoral. Além disso, estes nichos diferem quanto a agressividade e sensibilidade ao tratamento, sendo que tratamentos que têm como alvo terapêutico uma população de células tumorais com determinadas características, como alguns quimioterápicos, pode não mostrar eficácia contra outras populações com características distintas, falhando na erradicação do tumor. Nesse contexto, como a melatonina tem se destacado por seus diversos efeitos oncostáticos, o objetivo deste estudo é avaliar a ação da melatonina sobre a heterogeneidade intratumoral, detectando regiões hipóxicas intratumorais por imuno-histoquímica com os marcadores pimonidazole e fator de transcrição induzido por hipóxia (HIF-1 alfa) e posterior comparação com as imagens obtidas pela tomografia por emissão de pósitrons (PET) em modelo animal de câncer de mama tratado ou não com melatonina.