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Caminhos do mercado de trabalho no Brasil oitocentista: livres, libertos e escravos nas construções de pontes e estradas na Província de Minas Gerais, 1834-1888

Processo: 14/06264-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Milena Fernandes de Oliveira
Beneficiário:Télio Anísio Cravo
Instituição-sede: Instituto de Economia (IE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Trabalhadores   Trabalho   Minas Gerais   História do século XIX

Resumo

O tema desta pesquisa refere-se à especificidade dos trabalhadores empregados na construção/manutenção de pontes e estradas na província de Minas Gerais (1834-1888). Valendo-se deste universo do trabalho, temos a intenção de analisar o processo de transição do trabalho escravo para o livre. A construção viária ensejou a participação intensiva de mão de obra, bem como a atuação de engenheiros, além da condição financeira da província para investimentos em infraestrutura. Tais obras envolveram uma teia específica de atores: assembleia provincial, presidente de província, engenheiros (nacionais, estrangeiros e estrangeirados) e contratantes das obras. Com base nos indivíduos empregados, constata-se a presença concomitante de trabalhadores livres, libertos, escravos, africanos livres e imigrantes, a estrutura ocupacional e a dominância e persistência do sistema de aluguel de escravos. Pontes e estradas indicam a ausência de legislação proibitiva do uso de cativos; a interação entre política e edificações viárias; os limites explicativos do modelo "ferrovia, agroexportação e trabalho assalariado" e o perfil qualitativo e quantitativo dos proprietários alugadores de escravos. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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