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Identificação de microRNAs como potenciais alvos de diagnóstico e terapêutico do diabetes mellitus tipo 2

Processo: 14/21447-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Sandro Massao Hirabara
Beneficiário:Laureane Nunes Masi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/03707-9 - A memória metabólica para a aterosclerose é mediada por modificações epigenéticas na medula óssea, BE.EP.PD
Assunto(s):Glicemia   Exossomos   Resistência à insulina   Obesidade

Resumo

Os microRNAs (miRNAs) estão envolvidos no controle do metabolismo energético e, dessa forma, têm sido propostos como potenciais moduladores do desenvolvimento de doenças crônicas, como a obesidade, o diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) e síndrome metabólica. A identificação de miRNAs associados ao desenvolvimento do DMT2 é fundamental para a compreensão da etiologia e tratamento dessa síndrome. Esse projeto tem como objetivo caracterizar o perfil de expressão de miRNAs exossomais plasmáticos de indivíduos com DMT2 e identificar os órgãos/tecidos de origem dessas microvesículas de membrana. Participarão do estudo indivíduos: a) saudáveis (glicemia e sensibilidade à insulina normais), b) intolerantes à glicose e resistentes à insulina e c) diabéticos tipo 2 recém-diagnosticados. O tamanho amostral será calculado com base nos resultados iniciais, considerando poder alfa de 0,05 e alterações de, ao menos, duas vezes na expressão dos miRNAs. O perfil de expressão de miRNAs exossomais será avaliado por PCR micro-array e a validação quantitativa será realizada por PCR real time. A caracterização de proteínas exossomais será feita por análise proteômica em espectrometria de massa. Assim, esse projeto visa a investigar os miRNAs exossomais para que possam ser validados como biomarcadores da evolução do DMT2. A identificação da origem dos exossomos associada aos miRNAs alterados pela doença, elucidará a participação dos órgãos insulino-sensíveis no desenvolvimento do DMT2 e otimizará os prognósticos, diagnósticos e a terapêutica com alvo tecido-específico.

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