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Processo de replicação de DNA lesado por luz ultravioleta em células humanas: diferentes mecanismos para diferentes lesões?

Processo: 15/00198-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Beneficiário:Davi Jardim Martins
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/15982-6 - Consequências de deficiências de reparo de lesões no genoma, AP.TEM
Assunto(s):Reparo do DNA   Raios ultravioleta   Dímeros de pirimidina

Resumo

A luz ultravioleta (UV) é um agente altamente carcinogênico ao qual os seres vivos estão expostos, e, quando é absorvida pelo DNA, pode ocasionar, na maioria das vezes, lesões conhecidas como dímeros de pirimidina, destacando-se dois tipos principais: dímeros com anel ciclobutano (CPD, do inglês, cyclobutane pyrimidine dimers) ou pirimidina 6-4 pirimidona (6-4PP). Essas lesões distorcem a dupla hélice e bloqueiam fisicamente a replicação e a transcrição, podendo resultar em instabilidade genômica ou morte celular. O mecanismo de reparo por excisão de nucleotídeos (NER) é responsável pela remoção dessas lesões do DNA, porém quando essas lesões permanecem até o momento da replicação, há um processo conhecido como síntese translesão (TLS), que é um mecanismo de tolerância ao dano realizado por DNA polimerases (Pol) específicas. Há dois modelos propostos que tentam descrever o mecanismo de TLS, diretamente na forquilha de replicação e por gap-filling, e, em ambos, existe a formação de lacunas, ou regiões de DNA simples fita (DNAsf). Nesse contexto, o objetivo do presente projeto é determinar a contribuição de cada tipo de dímero (CPD e 6-4PP) na formação de DNAsf após irradiação com doses baixas de luz UV. Para isso empregaremos células humanas deficientes em NER e silenciadas para as Pol de TLS Pol ·, Pol ¶ e Rev1, utilizando uma metodologia inédita que permita detectar a presença de DNAsf de forma sensível. O uso de vetores adenovirais para a expressão de fotoliases específicas permitirá investigar a contribuição de cada tipo de lesão na formação dessas regiões de DNAsf.

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