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Efeitos das isoflavonas e 17 beta-estradiol na matriz extracelular do útero de ratas diabéticas: relevância para a terapia hormonal

Processo: 15/03569-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 15 de maio de 2015
Vigência (Término): 14 de maio de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Manuel de Jesus Simões
Beneficiário:Adriana Aparecida Carbonel Castro Ferreira
Supervisor no Exterior: Benjamin K. Tsang
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Ottawa (uOttawa), Canadá  
Vinculado à bolsa:14/17077-9 - Efeitos das isoflavonas ou 17beta-estradiol na interação matriz-célula no endométrio de ratas diabéticas: relevância para a terapia hormonal, BP.PD
Assunto(s):Diabetes mellitus

Resumo

Muitos autores têm utilizado os fitormônios, especialmente as isoflavonas como alternativa ao estrogênio com a intenção de aliviar a sintomas da pós-menopausa. No entanto, existem ainda muitos pontos a serem investigadas sobre da ação de fitohormônios em relação à função reprodutiva. O diabettes mellitus em paralelo a deficiência hormonal aumentam o risco de complicações devido os hormônios femininas interferirem com outros hormônios, neste caso, a insulina envolvidos na regulação dos níveis de glicose no sangue. Os diversos efeitos colaterais que ocorrem durante o período pós-menopausa em mulheres, mesmo quando elas fazem uso à terapia hormonal, não garante efeitos benéficos, uma vez que muitas mulheres sentem se inseguras com o uso de estrogênio devido ao risco elevado de desenvolver de mama e endométrio. O modelo de ratas diabéticas ovariectomizadas foi utilizado pensando nas mulheres em menopausa e diabéticas com um tratamento alternativo com isoflavonas da soja, baseando-nos em dados que mostram um aumento no número de mulheres que procuram utilizar-se de terapias hormonais. Outro questionamento seriam os possíveis efeitos das isoflavonas em ratas diabéticas e se os mesmos poderiam se assemelhar aos de ratas normais. Objetivo: Analisar as interações entre células, matriz, diferenciação, proliferação, adesão, migração e angiogênese, através da análise do matriz extracelular no endométrio de ratas diabéticas tratados isoflavonas e ou 17²-estradiol. Métodos: Serão utilizadas 60 ratas (Rattus norvegicus albinus), fêmeas, adultas ±3 meses de idade. Os animais serão separados em seis (6) grupos, a saber: GI (n=10) controle Sham animais não ovariectomizados na fase de estro; GII (n=10) controle Sham diabéticas animais não ovariectomizados na fase de estro; GIII (n=10) controle ovariectomizadas que receberão veículo propilenoglicol; GIV (n=10) animais diabéticos ovariectomizadas que receberão veículo propilenoglicol (fase de estro); GV (n=10) animais diabéticos ovariectomizadas tratados com isoflavonas da soja (150mg/Kg, por gavagem); GVI (n=10) animais diabéticos ovariectomizadas tratados com estrogênio (17²-estradiol, 10µg/Kg, por via subcutânea). Todos os animais serão tratados durante 30 dias consecutivos, e ao final anestesiados sendo a seguir os endométrios removidos e processados para estudo de biologia molecular. (Técnica de reação em cadeia da polimerase (RT-PCR) e Western Blot). Para a análise dos resultados será utilizado foi One-way ANOVA seguido do teste de Tukey. Serão considerados estatisticamente significativos experimentos cujo valor de p foi menor que 5% (p d 0,05) para significância estatística Os cálculos deverão ser feitos com o programa SPSS versão13 (SPSS, Chicago, IL). Os resultados a serem obtidos contribuíram com o projeto que esta sendo desenvolvido no Brasil e que deverão contribuir para elucidar o papel da matriz extracelular do endométrio de mulheres na pós-menopausa, especialmente em pacientes com diabetes. (AU)