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Expressão de microRNAs envolvidos na resposta inflamatória em monócitos de pacientes com anemia falciforme com e sem úlceras de perna

Processo: 15/03303-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Maria de Fatima Sonati
Beneficiário:Bruna Facanali Piellusch
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/00984-3 - Doenças dos glóbulos vermelhos: fisiopatologia e novas abordagens terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Anemia falciforme   MicroRNAs   Hematologia

Resumo

A úlcera de perna é uma complicação debilitante e está associada ao aumento da morbi/mortalidade dos pacientes com anemia falciforme (AF). Entretanto, os avanços no entendimento da fisiopatologia e no tratamento das úlceras tem acontecido de forma lenta. Vários fatores genéticos têm grande importância na modulação do quadro clínico da AF e outros surgem como candidatos a moduladores, como os microRNAs (miRNAs) que são pequenas moléculas de RNA fita simples de 18-22 nucleotídeos, não codificadores de proteínas, que regulam a expressão dos seus genes alvo de maneira pós-transcricional. Existem poucos relatos sobre as funções dos miRNAs nos eventos clínicos da AF. Assim, o presente estudo tem por objetivos determinar o perfil de expressão de miRNAs envolvidos na resposta inflamatória em monócitos de pacientes adultos com AF, acompanhados no HEMOPE, com e sem úlcera de perna e de controles hematologicamente normais; investigar a correlação da expressão desses miRNAs com a referida manifestação clínica; e avaliar o perfil de expressão de genes envolvidos no estresse oxidativo, em reticulócitos desses indivíduos. Além disso, o estudo visa investigar a influência de drogas anti-inflamatórias, em cultura de células THP-1, sobre a expressão dos miRNAs que se apresentarem diferencialmente expressos. O perfil de expressão dos miRNAs e dos genes relacionados ao estresse oxidativo serão avaliados por PCR-Array e os resultados serão validados por PCR quantitativa em tempo real (qPCR). Após análise in silico dos miRNAs diferencialmente expressos, a influência de drogas anti-inflamatórias será avaliada por qPCR e análise protéica apropriada.