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Avaliação do crescimento tumoral e atividade antiangiogênica de sistemas de liberação pH responsivos contendo bevacizumabe: estudos in vivo

Processo: 15/04734-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Maria Palmira Daflon Gremião
Beneficiário:Natália Noronha Ferreira Naddeo
Supervisor no Exterior: Maria de Fátima Monginho Baltazar
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidade do Minho (UMinho), Portugal  
Vinculado à bolsa:13/21824-1 - Hidrogéis pH responsivos como potenciais sistemas de liberação para administração de bevacizumab, BP.MS

Resumo

O processo de angiogênese desempenha um papel importante no desenvolvimento de tumores, invasão e metástase. O Fator de Crescimento Vascular Endotelial (VEGF) apresenta-se como peça chave em situações patológicas que envolvem neovascularização de tumores. O bevacizumabe (BVZ), atua impedindo o processo de angiogênese que acompanha o tecido neoplásico ocasionando inibição do suprimento necessário ao desenvolvimento das células tumorais. Formulações contendo anticorpos representam um grande desafio tanto do ponto de vista tecnológico quanto biofarmacêutico frente a sua baixa estabilidade físico-química nas formulações e nos fluídos biológicos, bem como baixa biodisponibilidade e potencial imunogênico, fatores estes que exigem a busca por estratégias capazes de contornar esses problemas. Neste sentido, a terapia localizada, pode possibilitar altas concentrações locais e contornar problemas tecnológicos referentes à estabilidade desses agentes, reduzindo efeitos adversos e a necessidade de altas frequências de administração. Hidrogéis de alginato Ca+2 constituem sistemas biocompatíveis capazes de interagir iônicamente com BVZ, especialmente em pH ácido, muito comum na microrregião tumoral. Desta maneira, o uso desses sistemas pode proporcionar um perfil de liberação adequado do fármaco frente às condições fisiológicas da região. Durante o período de estágio na Universidade do Minho, hidrogéis de alginato Ca+2 contendo BVZ serão avaliados quanto a sua eficácia terapêutica frente a sistemas biológicos através da utilização de modelos in vitro e in vivo. (AU)